02Como pensamos o tratamento
Depois de identificar as frentes de ruga, cada uma tem a sua tabela de recursos. Ao longo de anos de prática clínica, organizamos esses recursos por efetividade: os 5 estrelas são os de maior impacto para aquela frente — a espinha do protocolo; os 4 estrelas são os que somamos para elevar e sustentar o resultado. Essa graduação segue a mesma régua do nosso Estudo de tratamentos e soluções, assinado pela responsável técnica.
Aqui a gente costuma combinar os tratamentos 5 estrelas entre si — somando duas ou três frentes de ação — e, quando o caso pede, buscar também os 4 estrelas, porque sabemos, pela prática, que a associação entrega um resultado que nenhum recurso isolado alcança.
Por que um método, e não um tratamento solto
A combinação não soma — multiplica.
Muita gente diz que “tal tratamento não funciona”. Quase sempre, esse tratamento foi feito isolado, sem método — uma tecnologia sozinha, sem protocolo. No método é diferente: a gente combina, porque sabe, pela prática, que um tratamento potencializa o outro. É por isso que um protocolo bem montado entrega o que o procedimento avulso nunca entrega.
1 + 1 não é 2 — é 3.
É desse raciocínio de combinação que nascem os protocolos-nome da casa: são arranjos já pensados de recursos, batizados, para situações típicas. Nesta página a gente não vende protocolo — descreve a área e os tratamentos que a compõem. Os protocolos com nome próprio existem, e por dentro deles vivem justamente as combinações destes recursos; cada um tem a sua própria página.
O desenho final é sempre definido na avaliação, e depende de:
- quais frentes de ruga estão presentes — e qual delas incomoda mais;
- o tipo de pele, a sua espessura e a sua sensibilidade;
- o tempo, o resultado esperado e o investimento;
- contraindicações de saúde — quando um recurso não pode ser usado, é substituído por outro compatível da própria tabela.