A primeira etapa aqui não é aparelho: é descobrir qual das quatro famílias é a sua. Se for caso de estética, a gente trata — se for caso de dermatologista, a gente diz na hora.
Mancha facial é pigmento a mais na pele — um nome só para quatro tipos que se parecem no espelho e não se parecem no tratamento.
Áreas mais escuras que o resto do rosto: de pontinhos espalhados a manchas largas e espelhadas. Cor, borda e simetria mudam conforme o tipo. Bochecha, buço, testa e nariz são o endereço de sempre.
Cada família tem o seu motor. Melasma é hormonal e reage a calor; mancha solar é dano de anos de exposição; sarda é herança de nascença; mancha de idade soma sol acumulado com o tempo de pele.
Sol sem protetor piora as quatro. No melasma, calor e agressividade também: laser forte ou luz mal calibrada fazem a mancha voltar mais escura. E o pior: tratar o tipo errado com a técnica errada.
Aqui o peso de cada recurso não é “qual é o mais forte”. 5 estrelas valem para quase todo tipo de mancha; 4 estrelas entram quando o diagnóstico confirma que o seu tipo tolera.
Atuam em conjunto com os tratamentos 5 estrelas. Normalmente não resolvem sozinhos — mas potencializam o resultado dos 5 estrelas.
Avaliação clínica e fotográfica que classifica a mancha por cor, borda, simetria e histórico. Inclui a checagem dos sinais que pedem avaliação dermatológica antes de qualquer procedimento estético.
Porque separa mancha reativa de mancha não reativa, e essa é a única divisão que muda tudo depois. Melasma responde a calor e agressividade produzindo mais pigmento; mancha solar, sarda e mancha de idade toleram — e costumam pedir — o contrário. Sem esse passo, o protocolo é chute; e chute em mancha reativa não deixa tudo igual, deixa pior.
Peeling químico de fenol em concentração atenuada, feito para renovar a camada da pele em que a melanina se acumulou.
Aparece no núcleo de praticamente todos os tipos de mancha do nosso protocolo. O que muda de um tipo para o outro não é o recurso — é a profundidade e o ritmo das sessões, e quem define os dois é o diagnóstico. Em mancha reativa, mão mais leve; em mancha não reativa, dá para ir mais fundo. É o mesmo nome de procedimento produzindo dois tratamentos diferentes.
Tecnologia a laser que atinge o pigmento sem retirar a camada superficial, com menos calor difuso do que um laser ablativo.
É uma das poucas ferramentas de laser que entra no arsenal do melasma sem risco alto de rebote — e continua funcionando bem nas manchas não reativas, com o parâmetro ajustado por tipo. Numa mancha reativa, a distância entre este laser e um ablativo não é detalhe de equipamento: é a distância entre clarear e escurecer.
Rotina de casa com ativos clareadores, antioxidantes e protetor solar todo dia — chuva ou sol, dentro ou fora de casa.
O sol é o combustível comum das quatro famílias: melasma, mancha solar, sarda e mancha de idade escurecem com exposição. É o único item do núcleo que vale igual para todos os tipos, sem calibragem — e é também o que mais derruba resultado quando falha. O trabalho de meses de protocolo se desfaz em poucas semanas de exposição sem proteção.
Luz de amplo espectro, absorvida pelo pigmento, usada em manchas isoladas e bem delimitadas.
Laser que remove camadas da pele para uma renovação mais profunda, em duas configurações de trabalho.
Resurfacing a laser de alta precisão, o mesmo recurso usado em cicatriz e textura.
Microagulhas que entregam radiofrequência e estimulam renovação em profundidade.
Microlesões controladas que aumentam a penetração dos ativos clareadores da rotina de casa.
Peeling leve, de manutenção, que renova apenas a camada mais superficial da pele.
Microinjeções de ativos clareadores aplicadas na própria camada em que o pigmento está depositado.
Microinjeções de ácido hialurônico leve, com função de hidratação profunda. Não é volume e não tem nada a ver com preenchimento.
Sem surpresa. Você sai daqui sabendo o que foi checado antes, em que ritmo a sua mancha clareia e quando é hora de nos chamar.
Nenhuma mancha entra em protocolo sem passar por um crivo de segurança: borda irregular, assimetria, crescimento rápido, sangramento ou mudança de cor tiram a mancha do caminho estético e mandam para avaliação dermatológica. Sendo benigna, aí sim o método entra — e entra na intensidade certa para o tipo que é o seu. Se algo fugir do padrão, a gente fala na hora e encaminha, em vez de tratar.
A fotoproteção rigorosa continua exatamente como já vinha — ela não é etapa do tratamento, é o que sustenta tudo o que for feito.
Aqui o prazo depende de qual mancha é a sua, e a diferença é grande. Manchas não reativas — solar, sarda, mancha de idade — costumam clarear em algumas semanas de protocolo. Melasma é mais lento por natureza: meses, com avanço gradual, porque o ritmo contido é justamente o que evita o rebote.
Sem fotoproteção diária o pigmento tende a reaparecer, mesmo depois de um protocolo que deu certo — o trabalho de meses se desfaz em poucas semanas de exposição sem proteção. E em sarda a honestidade é ainda mais dura: a tendência é genética e não vai embora, então aqui o combinado é controle contínuo, não remoção definitiva.
Se surgir alguma dúvida, reação fora do esperado ou você precisar de orientação após o procedimento, fale com nossos profissionais de acompanhamento no horário comercial. Ao chamar, a mensagem já identifica que você é cliente em acompanhamento e precisa de ajuda urgente.
Nossa equipe fará a triagem e encaminhará você ao profissional responsável o mais rápido possível.
Ninguém na cidade tem tantas avaliações. Cada card abaixo é uma pessoa real que confiou na gente.
Atendimento super humano, sem empurrar procedimento. A Dra. Daniele foi honesta sobre o que dava pra esperar — isso me deu confiança pra começar.
Minhas manchas clarearam muito e ainda aprendi a cuidar da pele em casa. Protocolo sério e acompanhamento de perto.
Clínica linda, equipe atenciosa e resultado que aparece nas fotos de acompanhamento. Recomendo demais.
Vim pelo Instagram meio insegura e saí cliente fiel. Explicam cada etapa, sem enrolação e sem promessa milagrosa.
Resposta direta primeiro. Depois o porquê. E, no fim, a palavra da Dra. Daniele.
Resposta direta primeiro. Depois o porquê. E, no fim, a palavra da Dra. Daniele.
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