Aqui a ordem é outra: primeiro reconstruir a sustentação da bochecha, depois — e pouco — o que ainda sobrar de sulco. Se dá pra resolver sem cirurgia, a gente resolve. Se já passou do ponto, a gente te diz na avaliação, antes de você gastar.
Bigode chinês flácido e caído é quando a bochecha perde sustentação e desliza para baixo: a pele passa a sobrar e se apoiar em cima do sulco nasogeniano, em vez de apenas marcá-lo.
Não é mais um vinco: é pele sobrando, apoiada por cima do sulco. Dá pra pegar o excesso entre os dedos, e a dobra continua ali mesmo com a bochecha sustentada.
A estrutura que segurava a bochecha afrouxou, ao longo de anos. Deixou de ser um problema de volume e virou falta de sustentação — por isso encher o sulco não segura nada.
Emagrecimento, sol acumulado e o próprio tempo. E anos sem nenhum cuidado estrutural: este grau não chega de um mês pro outro — ele se instala devagar, sem avisar.
Cada recurso tem um peso, e neste grau o peso maior é de quem devolve estrutura: 5 estrelas são a base do protocolo, 4 estrelas potencializam. Primeiro se reconstrói a sustentação da bochecha — o preenchimento só entra depois, e pouco.
Atuam em conjunto com os tratamentos 5 estrelas. Normalmente não resolvem sozinhos — mas potencializam o resultado dos 5 estrelas.
Ultrassom focado que entrega calor na camada de sustentação profunda, a mesma que o cirurgião trabalha no lifting. O tecido contrai na hora e segue produzindo colágeno nos meses seguintes.
Quando já existe pele solta, e não só um vinco, o problema está fundo demais para recursos de superfície. É por chegar nessa profundidade que o HIFU costuma ancorar o protocolo deste grau.
Fios absorvíveis com pequenos cones que se fixam ao tecido e permitem levar a bochecha caída de volta para cima.
Pele que já deslizou não precisa de mais volume, precisa de tração. Os fios fazem esse trabalho mecanicamente — é o único recurso da lista que reposiciona fisicamente o que caiu.
Injetáveis de estímulo profundo que levam o organismo a reconstruir a própria malha de colágeno ao longo de meses.
A frouxidão avançada é falta de estrutura própria, não falta de volume. Refazer essa malha por dentro é o que dá chão para todo o resto do protocolo se sustentar a longo prazo.
Técnica de aplicação de ácido hialurônico guiada por pontos anatômicos de suporte mapeados no terço médio da face.
Aqui o produto não vai para dentro do sulco — vai para os pilares que sustentam a bochecha de cima. É o passo que costuma organizar todo o resto do protocolo, porque devolve arquitetura antes de qualquer acabamento.
Laser que remove camadas finas da pele e, ao mesmo tempo, contrai o colágeno da derme pelo calor.
Parte do problema deste grau é a própria pele, que sobrou fina e frouxa. A contração térmica reduz esse excesso na superfície e complementa o trabalho de estrutura feito por dentro.
Peeling químico de profundidade controlada, que renova amplamente a pele do rosto.
Atua onde o problema não é volume perdido, e sim qualidade e frouxidão da pele. Reorganiza a superfície num nível que nenhuma rotina de hidratante alcança.
Microlesões controladas que estimulam a pele a produzir colágeno onde ela é mais fina.
Melhora textura e firmeza de superfície — é o acabamento da pele que recobre a estrutura reconstruída pelo núcleo. Não alcança a camada profunda, então não reposiciona bochecha sozinho.
Laser que estimula colágeno sem retirar a camada superficial da pele.
É um bom recurso de manutenção entre as sessões do núcleo, para quem não pode parar a rotina. Soma firmeza aos poucos, sem substituir o que trabalha a estrutura profunda.
Modos de aplicação da plataforma ablativa que permitem calibrar a intensidade da renovação.
Nem todo mundo tem a mesma sensibilidade nem o mesmo tempo livre. Poder ajustar a agressividade é o que torna a renovação viável no seu caso, e não só no caso ideal.
Microagulhas que entregam radiofrequência numa profundidade definida pela avaliação.
Adensa a pele e reforça a firmeza da bochecha — é suporte estrutural adicional, somado ao núcleo. Entra como reforço, não como base.
O conjunto de suporte à pele: mesoterapia em consultório, ativos na sua rotina diária e suplementação quando há indicação.
Dão a matéria-prima para o colágeno se reconstruir e protegem o investimento feito no núcleo. É a parte do protocolo que fica com você — a mais barata e a mais ignorada.
Fios lisos, que estimulam colágeno mas não puxam nada, e microinjeções de ácido hialurônico leve distribuídas na pele.
Melhoram qualidade e viço da pele que sobrou. Vale a distinção: não substituem a tração dos fios de sustentação — deixam a superfície mais bonita, não mais alta.
Aplicação de ácido hialurônico dentro do sulco — o que sobra dele depois que a sustentação foi refeita.
Encher o sulco antes de tratar a causa é o erro clássico deste grau. Deixa o rosto pesado e não segura nada, porque o problema não é falta de volume, é falta de estrutura. Depois que a sustentação volta, o sulco costuma ser bem menor do que parecia — e aí sim uma dose pequena afina o que restou. Em queixas de grau leve, este mesmo recurso é 5★; aqui ele é o acabamento, não a base.
Sem surpresa. Você sai daqui sabendo o que incha, o que pede pausa, o que só aparece meses depois — e quando é hora de nos chamar.
O HIFU é praticamente sem downtime, mesmo sendo uma sessão de 60 a 90 minutos. Bioestimuladores e MD-Codes têm downtime baixo, e o MD-Codes costuma mostrar diferença já na saída. Dá pra encaixar em semana comum.
HIFU e fios são feitos com analgesia local e o desconforto é controlável. Depois, o rosto pode ficar sensível ou levemente inchado por alguns dias — cede sozinho. Se você tem compromisso marcado, diga antes: a data do procedimento se organiza em volta dele, não o contrário. Laser CO2 e Peeling de Fenol Atenuado são os que realmente pedem recuperação — de dias a semanas, conforme a intensidade escolhida. Por isso eles não abrem o protocolo: entram quando você tem folga na agenda, com data combinada. Ninguém precisa parar a vida inteira de uma vez.
Fios e MD-Codes já mostraram o que fizeram no primeiro dia. HIFU e bioestimuladores estão só começando: a firmeza se constrói ao longo de 2 a 4 meses, sem aviso no espelho no meio do caminho.
Fios de sustentação costumam durar de 1 a 2 anos, e a firmeza reconstruída por HIFU e bioestimuladores se sustenta pelo mesmo período, com retoques. O envelhecimento continua — o que muda é que quem reconstrói estrutura espaça muito mais os retornos do que quem só enche o sulco.
Se surgir alguma dúvida, reação fora do esperado ou você precisar de orientação após o procedimento, fale com nossos profissionais de acompanhamento no horário comercial. Ao chamar, a mensagem já identifica que você é cliente em acompanhamento e precisa de ajuda urgente.
Nossa equipe fará a triagem e encaminhará você ao profissional responsável o mais rápido possível.
Ninguém na cidade tem tantas avaliações. Cada card abaixo é uma pessoa real que confiou na gente.
Atendimento super humano, sem empurrar procedimento. A Dra. Daniele foi honesta sobre o que dava pra esperar — isso me deu confiança pra começar.
Minhas manchas clarearam muito e ainda aprendi a cuidar da pele em casa. Protocolo sério e acompanhamento de perto.
Clínica linda, equipe atenciosa e resultado que aparece nas fotos de acompanhamento. Recomendo demais.
Vim pelo Instagram meio insegura e saí cliente fiel. Explicam cada etapa, sem enrolação e sem promessa milagrosa.
Resposta direta primeiro, o porquê logo abaixo, e a palavra da Dra. Daniele no fim. Inclusive quando a resposta honesta é “aqui a estética já não alcança”.
Resposta direta primeiro. Depois o porquê. E, no fim, a palavra da Dra. Daniele.
Pele que sobra não é vinco fundo. São coisas diferentes, e é o exame na avaliação que separa uma da outra.
Pele que sobra não é vinco fundo. São coisas diferentes, e é o exame na avaliação que separa uma da outra.
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