Apostila 3 de 9 · Peeling Superficial × Melasma · Protocolo

O número que ninguém mostra: concentração e frequência nos estudos reais

Quem ouve “peeling de TCA” costuma imaginar sempre o mesmo peeling “forte” — mas o TCA usado nos estudos de melasma (10% a 20%) é bem mais diluído do que o TCA de um peeling médio ou profundo para outras indicações (35% a mais de 50%). E não existe um único protocolo padrão: cada centro de pesquisa usa a sua própria concentração e frequência. Esta apostila mostra os números, agente por agente, com a fonte ao lado de cada um.

Dra. Daniele FlorêncioBiomédica · CRBM 8242-PR · Diretora Clínica
Aviso importante — leia antes

Peeling químico superficial é um PROCEDIMENTO ESTÉTICO — ato de profissional habilitado, inclusive biomédico(a), conforme regulamentação do Conselho Federal de Biomedicina. Os números de concentração e frequência descritos abaixo são o que cada estudo científico usou em sua metodologia — nunca “a dose que se recomenda” nem um protocolo pronto para reproduzir em casa ou fora de avaliação profissional. A concentração, o agente e o número de sessões corretos para cada pele com melasma dependem de avaliação individual por profissional habilitado.

Na apostila 02 desta série você viu que peeling superficial, somado a um bom tópico, tem sinal real de eficácia no melasma facial — com ressalvas honestas. Agora entra a pergunta que quase ninguém responde direito: eficaz com QUAL concentração, em QUAL frequência? A resposta incomoda quem espera uma tabela única: não existe. Cada centro de pesquisa citado nesta apostila usou o seu próprio esquema — e isso não é falha de metodologia, é o retrato real de um campo ainda sem protocolo padronizado.

Tem também uma pegadinha que vale ouro para quem está lendo: o TCA tem fama de ser “o peeling forte”. E de fato pode ser — em concentrações de 35% a mais de 50%, usadas em peelings médios e profundos para outras indicações. Mas nos estudos de melasma verificados aqui, o TCA aparece deliberadamente diluído para 10% a 20%, exatamente para ficar dentro da faixa superficial e reduzir o risco de manchar mais a pele em vez de clarear. Quem só ouve “TCA” sem o número ao lado está com informação incompleta.

A mesma sigla, duas concentrações muito diferentes

O TCA (ácido tricloroacético) é classificado por profundidade de penetração conforme a concentração usada. Samargandy & Raggio (2023), no capítulo de referência do StatPearls, descrevem peelings superficiais como confinados à epiderme, usando faixas como 10% a 20% de TCA; peelings médios já usam 35% de TCA (combinado à solução de Jessner ou glicólico 70%), penetrando até a derme reticular superior; e peelings profundos usam TCA acima de 50%, combinado a óleo de cróton e fenol, chegando à derme reticular média. Nos estudos de melasma reunidos nesta série, o TCA aparece sempre na ponta mais baixa dessa escala: Garg et al. (2019) usaram TCA 10% e 20% em spot peel; Safoury et al. (2009) e Lorenzo-Ríos et al. (2024) usaram 15% (este último escalando para 20% nas sessões seguintes); Maruma et al. (2025) usaram um protocolo escalonado de 15%→30%→40%; Prasad et al. (2023) e Batool et al. (2025) usaram 15%. Ou seja: em nenhum dos estudos de melasma verificados aqui o TCA foi usado na concentração típica de peeling médio ou profundo.

TCA por indicação — a mesma sigla, faixas de concentração muito diferentes
Faixas ilustrativas com base em Samargandy & Raggio (2023, StatPearls) e nos estudos de melasma verificados (Garg 2019; Safoury 2009; Lorenzo-Ríos 2024; Maruma 2025; Prasad 2023; Batool 2025) — as barras ordenam a faixa aproximada usada em cada contexto, não medem um valor único
TCA em melasma (superficial)
10%–20%
TCA em peeling médio (outras indicações)
~35% (+ Jessner/glicólico 70%)
TCA em peeling profundo (outras indicações)
>50% (+ óleo de cróton/fenol)
Ilustrativo — a largura da barra ordena a faixa relatada, não é medição direta de dose. Nenhum dos estudos de melasma verificados nesta série usou TCA acima de 20%.
Por que esta seção tem força C, mesmo a série sendo B

A série toda tem força de evidência B — sólida, mas heterogênea. Esta seção específica, sobre concentração e frequência, tem força C: cada centro relatou seu esquema com clareza, mas não há padronização entre eles, e nenhum RCT verificado aqui testou diretamente qual concentração ou frequência é “ótima” para melasma. A exceção parcial é Kadu et al. (2025), que compara duas concentrações de agentes diferentes entre si — não duas doses do mesmo agente. Isso não invalida os números; só significa que eles descrevem o que os pesquisadores escolheram usar, não uma dose comprovadamente superior.

Ácido glicólico: a faixa mais larga da série (20% a 70%)

Entre os agentes verificados, o ácido glicólico é o que aparece com a maior variação de concentração entre os centros de pesquisa. Sarkar et al. (2016, Dermatol Surg, n=90) usaram glicólico 35% a cada 3 semanas; Kadu & Laul (2025, Indian J Dermatol) usaram 50% como comparador do ácido láctico; Garg et al. (2019, Dermatol Surg, n=30) usaram 35% isolado ou combinado a spot peel de TCA; Godse (2009, Indian J Dermatol) usou 57%; e Mahajan et al. (2015, Indian J Dermatol, n=38, fototipos predominantemente IV-VI) titularam a concentração ao longo do tratamento dentro de uma faixa de 20% a 70%, ajustada conforme a tolerância de cada paciente. Maruma et al. (2025) usaram um esquema propositalmente escalonado — 20%→30%→40% — dentro de um protocolo mais amplo (ver seção abaixo). Frequência típica entre os estudos: a cada 2 a 3 semanas, em séries de 4 a 6 sessões.

Ácido salicílico, salicílico-mandélico e láctico: menos estudos, e uma lacuna que não vamos inventar

O ácido salicílico isolado aparece em um único estudo controlado verificado nesta série: Kodali et al. (2010, J Am Acad Dermatol, n=20, mulheres latino-americanas) usaram 20% a 30%, a cada 2 semanas, em 4 sessões — somado, nos dois lados do rosto, a hidroquinona 4%. É também o RCT com resultado negativo desta série (ver apostila 02): o salicílico não somou benefício mensurável ao tópico isolado nesse desenho. Já o ácido salicílico-mandélico (SMA) foi usado por Sarkar et al. (2016) como um dos três braços comparativos do mesmo RCT que testou o glicólico 35% — mas o abstract verificado não detalha a concentração exata do SMA usado. Isso é uma lacuna real da fonte disponível, não um esquecimento nosso: preferimos declarar a lacuna a inventar um número. O ácido láctico aparece em concentração bem mais alta que os demais — Kadu & Laul (2025) usaram 80%, em 4 sessões ao longo de 2 semanas, como comparador direto do glicólico 50%.

Solução de Jessner: sempre em dupla, nunca sozinha nos estudos verificados

A solução de Jessner (combinação clássica de resorcinol, ácido salicílico e ácido láctico em base alcoólica) aparece na literatura de peeling como um agente possível por conta própria — mas, nos estudos de melasma efetivamente verificados nesta série, ela nunca foi testada como monoagente com protocolo próprio documentado. Ela aparece sempre como adjuvante do TCA: Safoury et al. (2009, Indian J Dermatol, split-face, n=20) compararam solução de Jessner modificada + TCA 15% contra TCA 15% isolado, com diferença estatisticamente relevante a favor da combinação — e com o bônus, descrito pelos autores, de a Jessner ajudar a minimizar a hiperpigmentação pós-inflamatória. Por isso, nesta apostila, tratamos a Jessner como parceira do TCA nos números — não como uma quinta linha isolada na tabela abaixo.

O protocolo sequencial escalonado de Maruma 2025 — 20 semanas, dois ácidos, uma lógica de segurança

O estudo de Maruma, Dlova, Mofokeng & Ngwenya (2025, Int J Womens Dermatol) é o desenho mais detalhado e mais cauteloso desta apostila. Foi conduzido numa coorte sul-africana de 40 pacientes, 77,5% fototipo V — justamente a população com maior risco de hiperpigmentação pós-inflamatória. O protocolo começou 4 semanas antes do primeiro peeling, com creme de Kligman modificado e FPS 50 diário, para preparar e proteger a pele. Depois, ao longo de 20 semanas, os pacientes passaram por uma fase de ácido glicólico escalonado (20%→30%→40%) seguida por uma fase de TCA também escalonado (15%→30%→40%) — sempre subindo a concentração apenas depois de confirmar tolerância na etapa anterior. É um desenho pensado especificamente para minimizar risco em fototipos IV-VI, não um protocolo genérico para qualquer pele.

O protocolo sequencial escalonado de Maruma et al. (2025) — 20 semanas
n=40, 77,5% fototipo V — o desenho que a literatura verificada usou para reduzir risco em pele mais escura
Preparo — 4 semanas antescreme de Kligman modificado + FPS 50 diário, mantido durante todo o protocolo
Fase glicólico20% → 30% → 40%, subindo só após confirmar tolerância em cada etapa
Fase TCA15% → 30% → 40%, mesma lógica de escalonamento gradual
20 semanas totaisMASI melhorou durante o tratamento; recidiva discutida na apostila 09
Por que isso importa: este desenho mostra que, na literatura, “concentração usada em melasma” não é um número fixo — é um processo gradual, monitorado, com preparo prévio da pele. Reproduzir só o número final (TCA 40%) sem o preparo e o escalonamento anterior não é o mesmo protocolo estudado.
Isto não é uma receita para copiar

Nada nesta apostila — nem as faixas de concentração, nem a frequência, nem o protocolo escalonado de Maruma 2025 — é uma indicação fechada ou um passo a passo pronto para reproduzir. São os parâmetros que cada centro de pesquisa usou, sob supervisão e monitoramento clínico, numa população específica. A concentração certa para uma pele individual depende de fototipo, histórico de manchas, sensibilidade e resposta a tratamentos anteriores — fatores que só uma avaliação individual por profissional habilitado consegue pesar.

Os números lado a lado — agente, concentração e frequência

A tabela reúne, por agente, a faixa de concentração e a frequência efetivamente relatadas nos estudos verificados desta apostila. A cor da pill indica o quanto o dado está bem estabelecido entre estudos independentes (verde), disponível só como adjuvante ou com uso limitado (âmbar), ou com lacuna explícita na fonte verificada (vermelho).

AgenteConcentração nos estudosFrequência relatadaSituação da evidência
Ácido glicólico 20%–70% (titulado ou escalonado conforme o centro) a cada 2–3 semanas, séries de 4–6 sessões Faixa mais ampla, mais estudado
TCA 10%–20% em melasma (bem abaixo dos 35%–50%+ de peeling médio/profundo) sessões mensais a quinzenais Consistente entre centros
Ácido salicílico 20%–30% a cada 2 semanas, 4 sessões 1 RCT, resultado negativo (Kodali 2010)
Salicílico-mandélico (SMA) não detalhado no abstract verificado não detalhado Lacuna explícita — não inventado
Solução de Jessner sempre como adjuvante do TCA (não testada isolada nos estudos verificados) acompanha as sessões de TCA Só como parceira do TCA
Ácido láctico 80%–92% 4 sessões em 2 semanas 1 RCT comparativo (Kadu 2025)
Um erro muito comum

Ouvir “TCA” e presumir que é sempre o peeling “forte” — o mesmo usado em rejuvenescimento médio ou profundo.

Na literatura de melasma verificada nesta apostila, o TCA aparece sempre entre 10% e 20% — a faixa deliberadamente mais baixa da escala, a mesma classificada como “superficial” por Samargandy & Raggio (2023). Confundir essa concentração diluída com o TCA de 35% a mais de 50% usado em outras indicações é um erro que pode levar tanto à expectativa errada de resultado quanto ao medo desnecessário de um procedimento que, nesta faixa, é classificado como superficial.

O certo: perguntar sempre “qual concentração, para qual indicação” — TCA não é um valor único, é uma sigla usada em faixas de concentração muito diferentes, e é a concentração (não o nome do ácido) que define a profundidade e o risco do peeling.

A Sacada dos DoutoresO número sem o contexto do estudo não diz nada

Quando eu reúno os números de concentração de cada estudo lado a lado, a primeira coisa que me chama atenção não é qual é “o mais forte” — é o quanto eles variam entre si, e o quanto essa variação está associada a decisões de segurança, não de moda. O TCA usado em melasma é sistematicamente mais diluído do que o TCA usado em outras indicações; o glicólico foi a faixa mais estudada e a mais titulada individualmente; e existem agentes, como o salicílico-mandélico, em que a literatura disponível simplesmente não detalha a concentração exata — e eu prefiro dizer isso com todas as letras a inventar um número para preencher uma tabela. O protocolo de Maruma 2025, com preparo de quatro semanas antes e escalonamento lento ao longo de vinte semanas, é o exemplo mais claro de que “concentração” nunca é um número isolado — é parte de um desenho inteiro, pensado para o tipo de pele daquele estudo. Por isso esta seção específica tem força C, mesmo a série geral sendo B: os números existem e são reais, mas nenhum RCT comparou diretamente qual concentração é a “ótima” para melasma. O que eu levo disso para a prática é: a concentração certa nasce da avaliação da pele que está na minha frente, não de uma tabela de estudo copiada.

DF
Dra. Daniele FlorêncioBiomédica · CRBM 8242-PR · responsável pelo conteúdo
O que levar desta apostila
  • Não existe um protocolo padronizado — cada centro de pesquisa usou sua própria concentração e frequência para tratar melasma com peeling superficial.
  • TCA em melasma é diluído (10%–20%), bem abaixo dos 35%–50%+ usados em peeling médio/profundo para outras indicações (Samargandy & Raggio, 2023).
  • Ácido glicólico tem a faixa mais ampla e mais estudada: 20% a 70% entre os estudos, a cada 2–3 semanas, em 4–6 sessões.
  • Ácido láctico (80%–92%) e salicílico (20%–30%) têm evidência mais limitada — o salicílico, aliás, é o único agente com um RCT que mostrou resultado negativo quando somado a um bom tópico (Kodali 2010).
  • A concentração exata do salicílico-mandélico (SMA) usado por Sarkar 2016 não está detalhada na fonte verificada — uma lacuna real, não preenchida com suposição.
  • O protocolo escalonado de Maruma 2025 (20 semanas, preparo prévio, subida gradual de concentração) é o desenho mais cauteloso da série — pensado para fototipos IV-VI, não um padrão universal.
  • Esta seção tem força C: os números são reais e têm fonte, mas nenhum RCT testou diretamente qual concentração ou frequência é “a ótima” para melasma — a decisão certa nasce da avaliação individual.
O próximo passo

Agora que você viu quais concentrações e frequências os estudos realmente usaram — e por que elas variam tanto de um centro para outro —, a pergunta seguinte é: para quem esses números fazem sentido? A apostila 04 desta série mostra os fototipos estudados e em que cenário o peeling entrou nos desenhos de pesquisa. Nenhum número desta apostila substitui a avaliação individual da pele por profissional habilitado — é ela que define, caso a caso, qual agente e qual concentração fazem sentido.

Referências
  1. Samargandy S, Raggio BS. Chemical Peels for Skin Resurfacing. StatPearls [Internet]. NCBI Bookshelf, atualizado 29/10/2023 — classificação de profundidade e faixas de concentração de TCA por indicação (superficial, médio, profundo).
  2. Sarkar R, Garg V, Bansal S, Sethi S, Gupta C. Comparative Evaluation of Efficacy and Tolerability of Glycolic Acid, Salicylic Mandelic Acid, and Phytic Acid Combination Peels in Melasma. Dermatol Surg. 2016;42(3):384-391 — glicólico 35%; SMA como braço comparativo sem concentração detalhada no abstract.
  3. Kadu PP, Laul RA. 80% Lactic Acid Peel Versus 50% Glycolic Acid Peel for Melasma: A Randomised Clinical Trial. Indian J Dermatol. 2025;70(3):152-156 — láctico 80% vs. glicólico 50%.
  4. Garg S, Thami GP, Bhalla M, Kaur J, Kumar A. Comparative Efficacy of a 35% Glycolic Acid Peel Alone or in Combination With a 10% and 20% Trichloroacetic Acid Spot Peel for Melasma. Dermatol Surg. 2019;45(11):1394-1400 — glicólico 35%; TCA spot peel 10% e 20%.
  5. Mahajan R, Kanwar AJ, Parsad D, Kumaran MS, Sharma R. Glycolic Acid Peels/Azelaic Acid 20% Cream Combination and Low Potency Triple Combination Lead to Similar Reduction in Melasma Severity in Ethnic Skin. Indian J Dermatol. 2015;60(2):147-152 — glicólico titulado 20%–70%, fototipos predominantemente IV-VI.
  6. Maruma F, Dlova N, Mofokeng TRP, Ngwenya E. The effects and safety of sequential high concentration glycolic acid and trichloroacetic acid chemical peels in skin photo-type IV–VI. Int J Womens Dermatol. 2025;11(3):e209 — protocolo sequencial escalonado, 20 semanas, glicólico 20%→30%→40% e TCA 15%→30%→40%, preparo com Kligman modificado e FPS 50.
  7. Godse KV. Triple combination of hydroquinone, tretinoin and mometasone furoate with glycolic acid peels in melasma. Indian J Dermatol. 2009;54(1):92-93 — glicólico 57%; estudo aberto, n=10, evidência fraca, citado com essa ressalva.
  8. Safoury OS, Zaki NM, El Nabarawy EA, Farag EA. A study comparing chemical peeling using modified Jessner’s solution and 15% trichloroacetic acid versus 15% trichloroacetic acid in the treatment of melasma. Indian J Dermatol. 2009;54(1):41-45 — Jessner modificada + TCA 15% vs. TCA 15% isolado.
  9. Lorenzo-Ríos D, Arias Berrios G, Cruz Goytía GI, Laguna Rocafort S, Brau Javier CN. Safety and Efficacy of Trichloroacetic Acid Peels in the Treatment of Melasma: A Split-face, Randomized, Prospective Trial in Latin American Women. J Clin Aesthet Dermatol. 2024;17(9):28-32 — TCA 15% escalando a 20%, fototipos III-IV.
  10. Kodali S, Guevara IL, Carrigan CR, et al. A prospective, randomized, split-face, controlled trial of salicylic acid peels in the treatment of melasma in Latin American women. J Am Acad Dermatol. 2010;63(6):1030-1035 — salicílico 20%–30%, a cada 2 semanas, 4 sessões; sem benefício adicional sobre HQ4% isolada.
  11. Prasad N, Singh M, Malhotra S, Singh N, Tyagi A, Tyagi S. Comparative Efficacy of Chemical Peeling Agents in the Treatment of Melasma. Cureus. 2023 — TCA 15% entre os agentes comparados.
  12. Batool A, Seger AJ, Akhtar N, et al. A Comparative Study of the Efficacy of Chemical Peels and Microneedling in the Treatment of Moderate to Severe Melasma. Cureus. 2025;17(12):e98962 — TCA 15% como braço de peeling comparado a microagulhamento.
Biomédica · CRBM 8242-PR
Conteúdo informativo e educativo — NÃO é indicação fechada, protocolo pronto nem promessa de resultado. Peeling químico superficial é procedimento estético realizado por profissional habilitado. As concentrações e frequências citadas descrevem o que cada estudo científico usou em sua metodologia, não uma dose recomendada para reprodução sem acompanhamento. A escolha do agente, da concentração e do número de sessões depende de avaliação individual da pele por profissional habilitado.