O lábio superior pode subir demais por três motivos bem diferentes — músculo, osso ou dente — e cada um pede um caminho próprio. Quando a causa foge da estética, a gente diz antes de aplicar qualquer coisa.
Sorriso gengival é quando aparece mais de 2 a 3mm de gengiva acima dos dentes no sorriso aberto — e a causa quase nunca é “sorrir demais” por escolha.
No sorriso espontâneo — não no de foto posada — uma faixa de gengiva maior que 2 a 3mm aparece acima dos dentes. No sorriso contido ou em repouso, quase não se nota.
Na maioria das vezes, um músculo elevador do lábio hiperativo puxa mais do que precisa. Menos comum: excesso vertical do osso da maxila, ou dentes clinicamente curtos.
Aqui não existe “piora” como em flacidez ou mancha: a base é anatômica e a contração muscular já é fixa. O que muda é reparar mais em foto e no sorriso espontâneo.
Classificamos por evidência em sorriso gengival: 5 estrelas são a base do protocolo, Aqui a classificação tem uma particularidade: sorriso gengival não é sobre somar recursos, é sobre acertar a causa primeiro. Os dois recursos do núcleo já são o tratamento inteiro — não existe potencializador 4 estrelas nesta queixa. potencializam.
Doses pequenas de toxina botulínica aplicadas em pontos específicos dos músculos elevadores do lábio superior, calculadas músculo a músculo — não é a mesma quantidade para todo mundo.
A causa mais comum de sorriso gengival é um desses músculos contraindo mais forte do que precisa. Reduzir parcialmente essa força — nunca travar totalmente — faz o lábio subir menos, e a gengiva que ficava exposta passa a ficar coberta.
Ácido hialurônico aplicado na borda e no corpo do lábio superior, com técnica voltada a ganhar comprimento vertical — não volume por volume.
Em lábios curtos, mesmo enfraquecendo o músculo, ainda sobra gengiva exposta, porque o próprio lábio não é comprido o bastante pra cobrir. O preenchimento soma o comprimento que falta, e costuma entrar junto com a toxina nos casos mistos.
Aqui a honestidade tem um limite que não é nosso: a página de origem desta queixa ainda não publica o cronograma completo do pós. O que sabemos com certeza está abaixo — o resto está em aberto até a Dra. revisar.
O efeito da toxina não é imediato: ele aparece em alguns dias. O evento mais citado nesse período é uma leve assimetria temporária no sorriso — é o efeito colateral mais comum quando ele acontece.
Quando o protocolo combina os dois recursos, o preenchimento não entra junto: ele só é chamado depois de avaliar o efeito da toxina isoladamente, se ainda sobrar gengiva exposta.
A toxina nos elevadores do lábio dura menos do que em outras áreas do rosto: os músculos são finos e absorvem o produto mais rápido. A manutenção é mais frequente do que toxina na testa ou na glabela — e isso é avisado desde a primeira aplicação, pra ninguém ser pego de surpresa.
Quando o caso pede preenchimento do lábio superior, ele dura de 6 a 12 meses — como qualquer preenchimento labial, bem mais que a toxina isolada. Nada aqui é definitivo: os dois tratamentos do núcleo pedem reaplicação, cada um no seu próprio ritmo.
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Atendimento super humano, sem empurrar procedimento. A Dra. Daniele foi honesta sobre o que dava pra esperar — isso me deu confiança pra começar.
Minhas manchas clarearam muito e ainda aprendi a cuidar da pele em casa. Protocolo sério e acompanhamento de perto.
Clínica linda, equipe atenciosa e resultado que aparece nas fotos de acompanhamento. Recomendo demais.
Vim pelo Instagram meio insegura e saí cliente fiel. Explicam cada etapa, sem enrolação e sem promessa milagrosa.
Resposta direta primeiro, o porquê logo abaixo, e a palavra da Dra. Daniele no fim. Inclusive quando a resposta honesta é “esse caso é do dentista, não da toxina”.
Resposta direta primeiro. Depois o porquê. E, no fim, a palavra da Dra. Daniele.
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