Estudo · Toxina botulínica tipo A · Região perioral

Toxina Botulínica na Região Perioral: o Que a Ciência Mostra sobre Lip Flip, Código de Barras, DAO e Sorriso Gengival

Lábio que “some” ao sorrir, rugas verticais que aparecem ao beber no canudo, cantos da boca que parecem sempre tristes — quatro queixas, um mesmo ativo. Mas na região perioral a toxina se aplica em unidades pequenas e milímetros de distância: a diferença entre o efeito desejado e uma boca que não fecha direito é uma questão de dose e de técnica, não de “quanto mais, melhor”. Veja o que os estudos mostram — e quando essa não é a ferramenta certa.

Dra. Daniele FlorêncioBiomédica · CRBM 8242-PR · Diretora Clínica
Aviso importante — leia antes

A toxina botulínica tipo A na região perioral é um procedimento injetável, ato de profissional biomédico habilitado. Este material é exclusivamente informativo e educativo — reúne o que os estudos científicos mostram sobre o uso da toxina no lip flip, nas rugas periorais (“código de barras”), no músculo depressor do ângulo da boca (DAO) e no sorriso gengival. Não é indicação fechada nem substitui avaliação individual. As doses citadas aqui são as usadas nos estudos, como informação científica — a dose, o ponto de aplicação e a indicação corretos para o seu caso dependem de exame clínico presencial, da anatomia facial e da força muscular de cada pessoa.

É comum alguém pedir “toxina para deixar o lábio mais cheio”. E aí mora a primeira confusão que esta apostila resolve: a toxina botulínica não repõe volume nenhum — ela relaxa músculo. O que ela faz na região perioral é reposicionar: destrava o “cordão” que puxa o lábio superior pra dentro ao sorrir, suaviza a ruga vertical que aparece ao franzir os lábios, levanta um canto de boca que o tempo deixou caído, ou reduz a mostra de gengiva de um sorriso muito aberto. Quatro problemas diferentes, quatro pontos de aplicação diferentes — e a mesma lógica por trás de todos: dose pequena, no lugar certo, sem exagerar.

Essa é também a parte que exige mais honestidade. A região perioral trabalha o dia inteiro — falar, beijar, beber, sorrir, assobiar, segurar um canudo — e cada um desses movimentos depende de um músculo que, se relaxado demais ou no lugar errado, deixa de responder direito. Nesta apostila, mostro o que os estudos usaram de dose e de técnica em cada uma das quatro indicações, o que eles mediram de resultado e de efeito colateral, e por que “a dose mínima eficaz” não é só um jargão de bula — é o que decide se o resultado fica natural ou se compromete uma função que ninguém quer perder.

Lip flip: o que a toxina realmente faz no lábio que “some” ao sorrir

O orbicular da boca funciona como um “cordão de bolsa”: ao se contrair, franze e recolhe o lábio superior — é esse mesmo movimento que, com a idade e a perda de tônus, faz o lábio “sumir” quando a pessoa sorri ou fala. O lip flip não acrescenta volume: relaxa parcialmente as fibras superficiais desse músculo perto da borda do vermelhão, o que reduz a força de fechamento vertical e permite uma leve eversão do lábio superior, deixando-o mais visível em repouso e no sorriso.

Uma revisão sistemática de 2025 que avaliou 48 artigos e selecionou 7 com dados detalhados de dose e técnica encontrou um padrão consistente: a técnica usa 4 a 6 unidades de toxina botulínica tipo A aplicadas no orbicular da boca, com eversão do lábio superior e melhora de contorno relatadas de forma consistente entre os estudos incluídos (Pitchford, Desrosiers & Tolkachjov, 2025). Os efeitos colaterais descritos foram leves e transitórios: dificuldade passageira para assobiar ou para beber no canudo, resolvendo em poucas semanas — exatamente os movimentos que dependem desse mesmo músculo.

Do “cordão de bolsa” à eversão sutil — sem adicionar volume
Mecanismo descrito por Pitchford, Desrosiers & Tolkachjov (2025)
Orbicular da boca contraifranze e recolhe o lábio ao sorrir/falar
Toxina relaxa fibras superficiais4–6 U, borda do vermelhão
Menos força de fechamento verticalnão altera volume do lábio
Leve eversão + menos rugalábio mais visível em repouso e no sorriso
Por que isso importa: quem busca “lábio cheio” está descrevendo um resultado de preenchimento (volume), não de neuromodulação (reposicionamento). São ferramentas diferentes, para pedidos diferentes — e confundi-las é a origem do erro mais comum desta apostila (mais abaixo).
Código de barras: a dose muda conforme a ruga aparece só ao movimento ou já em repouso

As rugas verticais do lábio superior — o “código de barras” — nascem da contração repetida do orbicular da boca ao longo dos anos, somada à perda de colágeno da pele fina dessa região. Um dos primeiros estudos a tratar essas rugas com toxina botulínica, em 18 pacientes, injetou o ativo diretamente nas rugas verticais do lábio e observou suavização das linhas hiperfuncionais e maior plenitude/eversão do lábio superior; 72% das pacientes optaram por continuar o tratamento após a avaliação inicial, feita 2 a 3 semanas após a aplicação (Semchyshyn & Sengelmann, 2003).

Uma publicação mais recente detalha a dose por gravidade da ruga, com uma técnica paracomissural que trata o lábio superior de forma mais homogênea: para o código de barras “iniciante” (visível só ao movimento), a dose usada foi de 8–10 unidades Speywood (equivalentes a 4 unidades Allergan/onabotulinumtoxinA); para o código de barras já marcado em repouso, a dose subiu para 10–20 unidades Speywood (4–8 unidades Allergan) — em 63 pacientes, com 79% de resultados considerados positivos e efeito mantido por 4 a 6 meses, chegando a 18 meses quando combinado a preenchedor de ácido hialurônico (Molé, 2024). O mesmo estudo relatou extravasamento de líquido pelos lábios em 6% dos casos, atribuído a doses excessivas de toxina — um lembrete direto de que “mais forte” não é sinônimo de “mais seguro” nessa região.

Código de barras iniciante
Ruga só ao movimento
Dose usada no estudo (Molé, 2024)
Dose (equiv. Allergan U)4 U
Código de barras marcado
Ruga já visível em repouso
Dose usada no estudo (Molé, 2024)
Dose (equiv. Allergan U)4–8 U
DAO: o músculo que puxa os cantos da boca pra baixo — e como relaxá-lo sem “derrubar” o sorriso

O depressor do ângulo da boca (DAO) é o músculo que, ao contrair, traciona os cantos da boca para baixo — com a perda de tônus facial, essa tração passa a predominar mesmo em repouso, dando a impressão de expressão triste ou de raiva mesmo quando não há nenhuma emoção envolvida. Um ensaio clínico randomizado, duplo-cego e controlado por placebo, com 20 participantes de 18 a 65 anos, testou uma técnica de 3 pontos de injeção no DAO superior, com 1,5 unidade de onabotulinumtoxinA por ponto. Na 4ª semana, 100% dos participantes tratados apresentaram melhora em relação ao início do estudo, contra 90% do grupo placebo sem qualquer mudança (p<0,001); a melhora se manteve estatisticamente significativa até a 12ª semana (Moradi, Khalifian, Alghoul & Poehler, 2023).

A proximidade do DAO com outros músculos perioperiorais é o que torna essa aplicação sensível à técnica: uma revisão sobre toxina na região oral e maxilofacial descreve que a injeção acidental no músculo depressor do lábio inferior pode causar dificuldade para sorver líquidos, e que a mira imprecisa entre os músculos leva a assimetria do sorriso — daí a técnica de 3 pontos estritamente no DAO superior, e não em qualquer ponto do sulco labiomandibular (Hong, 2023).

Sorriso gengival: o ponto que reduz a gengiva à mostra sem travar o lábio

O “sorriso gengival” acontece quando os músculos elevadores do lábio superior — sobretudo o levantador do lábio superior e da asa do nariz — puxam o lábio para cima com força desproporcional, expondo mais gengiva do que o esperado ao sorrir. Um ensaio randomizado com 49 participantes com exposição gengival anterior de pelo menos 3 mm comparou duas técnicas com a mesma dose total: injeção em ponto único bilateral (o “ponto Yonsei”), com 3 unidades de cada lado (6 U no total), contra a técnica tradicional de dois pontos por lado no músculo elevador. Ambas reduziram significativamente a exposição gengival nas semanas 4, 12 e 24 (p≤0,05), com boa satisfação dos participantes nos dois grupos — a exposição voltou gradualmente ao valor basal por volta da 48ª semana (Gong et al., 2024).

Um estudo anterior, com 30 pacientes, documentou a magnitude do efeito: a exposição gengival média caiu de 5,2 mm (±1,4 mm) para 0,09 mm (±1,06 mm) em apenas 2 semanas — uma elevação média do lábio de 5,1 mm — com projeção estatística de retorno gradual ao valor basal entre a 30ª e a 32ª semana (Polo, 2008). É um efeito rápido de instalar e visualmente marcante, mas também temporário: sorriso gengival tratado com toxina pede reaplicação periódica, não é solução definitiva.

Dose em unidades pequenas, efeito em milímetros: por que “mais toxina” não é “mais resultado” na boca

Comparados a áreas como a testa ou a glabela, os pontos de aplicação perioral trabalham com doses baixas e margens de segurança estreitas — porque a boca é, ao mesmo tempo, estética e função. A mesma revisão que descreve os riscos do DAO resume o princípio que atravessa as quatro indicações desta apostila: “doses baixas de toxina são recomendadas” na região oral porque incompetência funcional, assimetria facial, depressão ou elevação indesejada do lábio podem ocorrer quando a dose ou o ponto de aplicação erram o alvo (Hong, 2023). Não é uma frase de cautela genérica — é a mesma lógica por trás dos números que você viu até aqui: 4–6 U no lip flip, 4 a 8 U no código de barras conforme a gravidade, 1,5 U por ponto no DAO, 3 U por lado no sorriso gengival. Nenhuma dessas indicações usa “o quanto o músculo aguentar” como critério.

Doses usadas nos estudos, por indicação perioral
Ilustrativo — ordena a dose relativa relatada em cada estudo; unidades Speywood e Allergan não são diretamente intercambiáveis entre produtos, e os pontos de aplicação diferem por técnica (Semchyshyn, 2003; Moradi, 2023; Molé, 2024; Gong, 2024; Pitchford, 2025)
Sorriso gengival (ponto Yonsei)
3 U/lado
Código de barras iniciante
4 U
DAO (3 pontos, DAO superior)
~4,5 U/lado
Lip flip (borda do vermelhão)
4–6 U
Código de barras marcado
4–8 U
O gráfico ordena a tendência entre indicações — não é uma régua única, porque cada estudo mede dose, técnica e músculo-alvo de um jeito diferente. O ponto em comum: todas trabalham na casa de poucas unidades, nunca dezenas.
Quando essa NÃO é a ferramenta certa

Quem toca instrumento de sopro (flauta, saxofone, trompete) ou depende de força labial precisa para o trabalho ou o lazer deve discutir isso antes de qualquer aplicação perioral — a mesma redução de força que suaviza uma ruga pode atrapalhar a embocadura. Quem usa prótese dentária móvel mal adaptada também exige avaliação prévia: menos tônus labial pode comprometer a retenção da prótese durante a fala e a mastigação. E quem busca lábio “cheio” — mais volume, não menos ruga ou mais eversão — está pedindo o resultado de um preenchedor, não de uma neuromodulação; aplicar toxina com essa expectativa tende a frustrar, mesmo com a técnica correta.

O quadro para guardar
IndicaçãoDose usada no estudoDuração do efeitoAtenção principal
Lip flip (lábio que “some”)4–6 U no orbicular, borda do vermelhão (Pitchford et al., 2025)Não padronizada nos estudos revisados; efeitos leves resolvem em semanasDificuldade transitória para assobiar/beber no canudo
Código de barras4 U (iniciante) a 4–8 U (marcado) (Molé, 2024)4–6 meses; até 18 meses combinado a preenchedorExtravasamento de líquido em 6% com doses excessivas
DAO (cantos caídos)1,5 U por ponto × 3 pontos, DAO superior (Moradi et al., 2023)Melhora sustentada até 12 semanas (p<0,001)Mira imprecisa gera assimetria; atingir o depressor do lábio inferior atrapalha sorver líquidos (Hong, 2023)
Sorriso gengival3 U de cada lado, ponto único (6 U total) (Gong et al., 2024)Reduz exposição até a semana 24; retorna à base por volta da semana 48Dose deve respeitar a gravidade da exposição gengival
Um erro muito comum

Pedir “toxina no lábio” esperando o resultado de um preenchimento — lábio visivelmente mais volumoso, mais carnudo.

A toxina botulínica não adiciona volume: ela relaxa músculo. No lip flip, o que ela entrega é uma leve eversão do lábio superior e menos ruga vertical, porque o músculo que antes “recolhia” o lábio para dentro passa a puxar menos (Pitchford, Desrosiers & Tolkachjov, 2025). Quem sai da aplicação comparando o resultado a um preenchimento de ácido hialurônico costuma se decepcionar — não porque o procedimento falhou, mas porque a expectativa era de outra ferramenta.

O certo: alinhar a expectativa antes de aplicar. Se o pedido é volume, a ferramenta é o preenchedor; se é reposicionamento — lábio mais visível, ruga suavizada, cantos da boca menos caídos, menos gengiva à mostra — a toxina é a ferramenta certa, sempre com avaliação individual e dose mínima eficaz.

A Sacada dos DoutoresA dose mínima eficaz é o dado que mais protege a função da boca

A ciência sustenta bem as quatro indicações desta apostila: o lip flip everte o lábio superior com 4–6 U (Pitchford et al., 2025); o código de barras responde de forma dose-dependente à gravidade da ruga (Molé, 2024); o DAO relaxa com uma técnica de 3 pontos que melhora estatisticamente o canto da boca por até 12 semanas (Moradi et al., 2023); e o sorriso gengival reduz de forma consistente com um único ponto bilateral (Gong et al., 2024). O que amarra os quatro é a mesma variável: a região perioral trabalha o dia inteiro em falar, comer, beijar e sorrir, e por isso todos os estudos usam unidades baixas e pontos de aplicação estritos — não porque a toxina seja “fraca” nessa área, mas porque a margem entre o efeito estético desejado e uma função comprometida é estreita. Quando a dose e a técnica respeitam essa margem, o resultado tende a ser natural; quando não respeitam, o preço é pago em fala, sucção ou expressão. A decisão de quanto, onde e se aplicar é sempre uma avaliação individual — depende da força muscular de cada pessoa, da anatomia labial e do objetivo real de quem está sentado na cadeira.

DF
Dra. Daniele FlorêncioBiomédica · CRBM 8242-PR · responsável pelo conteúdo
O que levar desta apostila
  • Lip flip não é preenchimento: 4–6 U no orbicular relaxam o músculo e evertem o lábio, sem adicionar volume (Pitchford et al., 2025).
  • Código de barras tem dose por gravidade: 4 U quando a ruga aparece só ao movimento, 4–8 U quando já marcada em repouso; extravasamento de líquido em 6% dos casos com dose excessiva (Molé, 2024).
  • DAO responde de forma testada em ensaio controlado: técnica de 3 pontos com 1,5 U/ponto melhorou 100% dos tratados na semana 4 (p<0,001), efeito sustentado até a semana 12 (Moradi et al., 2023).
  • Sorriso gengival reduz com um ponto único bilateral: 3 U de cada lado (6 U total) reduzem a exposição gengival por até 24 semanas, retornando à base por volta da semana 48 (Gong et al., 2024).
  • Doses baixas são regra, não exceção: a margem entre o efeito estético e a incompetência funcional é estreita em toda a região perioral (Hong, 2023).
  • Há quem não deva fazer sem avaliação cuidadosa antes: músicos de instrumento de sopro, usuários de prótese móvel mal adaptada, e quem espera volume em vez de reposicionamento.
  • Concentração, dose e ponto de aplicação são sempre decisão de avaliação individual com um profissional habilitado — este material não substitui essa avaliação.
Próximo passo

Se o que te incomoda é o lábio que “some” ao sorrir, a ruga vertical que aparece ao beber no copo, os cantos da boca sempre caídos ou o excesso de gengiva à mostra, o ponto de partida não é decidir sozinho quantas unidades pedir — é avaliar, com um profissional habilitado, qual dessas quatro indicações (ou combinação delas) se aplica ao seu caso, e qual é a dose mínima eficaz para a sua anatomia e força muscular.

Referências
  1. Pitchford CA, Desrosiers AS, Tolkachjov SN. The lip flip: a systematic review of botulinum toxin lip augmentation. Arch Dermatol Res, 2025;317(1):765 — revisão de 7 estudos: dose de 4–6 U no orbicular da boca, eversão consistente, efeitos leves e transitórios.
  2. Semchyshyn N, Sengelmann RD. Botulinum toxin A treatment of perioral rhytides. Dermatol Surg, 2003;29(5):490–495 — 18 pacientes tratadas nas rugas verticais do lábio superior; suavização das linhas e maior eversão; 72% seguiram o tratamento.
  3. Molé B. Restauração do código labial por injeção simultânea “one shot” de toxina botulínica-ácido hialurônico na mesma seringa. Ann Chir Plast Esthet, 2024;69(1):2–16 — dose por gravidade (8–10 U Speywood/4 U Allergan no início; 10–20 U Speywood/4–8 U Allergan já marcada); 63 pacientes, 79% de resultado positivo, extravasamento de líquido em 6% com dose excessiva.
  4. Moradi A, Khalifian S, Alghoul MS, Poehler J. A Novel 3-Point Injection Technique for OnabotulinumtoxinA in the Upper Depressor Anguli Oris. Dermatol Surg, 2023;49(3):259–265 — ensaio randomizado controlado por placebo, 20 participantes; 1,5 U/ponto em 3 pontos; 100% de melhora na semana 4 (p<0,001), sustentada até a semana 12.
  5. Gong X, Tang HN, Zhang AR, Wang Z, Tang ZH, Han XF, Su JZ. Application of Botulinum Toxin at the Yonsei Point for the Treatment of Gummy Smile: A Randomized Controlled Trial. Plast Reconstr Surg, 2024;153(4):711e–721e — 49 participantes; 3 U de cada lado (6 U total) em ponto único; redução significativa da exposição gengival até a semana 24, retorno à base por volta da semana 48.
  6. Polo M. Botulinum toxin type A (Botox) for the neuromuscular correction of excessive gingival display on smiling (gummy smile). Am J Orthod Dentofacial Orthop, 2008;133(2):195–203 — 30 pacientes; exposição gengival de 5,2 mm para 0,09 mm em 2 semanas; projeção de retorno à base entre as semanas 30–32.
  7. Hong SO. Cosmetic Treatment Using Botulinum Toxin in the Oral and Maxillofacial Area: A Narrative Review of Esthetic Techniques. Toxins (Basel), 2023;15(2):82 — revisão que sustenta a recomendação de doses baixas na região oral e descreve os riscos de assimetria do sorriso e dificuldade de sucção por erro de ponto de aplicação no DAO.
Biomédica · CRBM 8242-PR
Conteúdo informativo e educativo — NÃO é prescrição. A toxina botulínica tipo A na região perioral é um procedimento injetável realizado por profissional habilitado. Dose, ponto de aplicação e indicação dependem de avaliação individual da anatomia, da força muscular e do objetivo de cada pessoa. Não inicie, repita ou combine procedimentos por conta própria sem orientação — procure avaliação e acompanhamento profissional.