Estudo · Centella asiática (asiaticosídeo + madecassosídeo)

Centella asiática previne estria? O ativo e a rotina de aplicar, separados

Dois ensaios clínicos testaram creme com centella em gestantes e mostraram menos estria no grupo tratado. Mas nenhum dos dois isolou o que vem da molécula do que vem do hábito de espalhar creme na pele todo dia — a mesma pergunta que já derrubou a fama de outros óleos “anti-estria”. Esta apostila junta o que a célula mostra em laboratório com o que os ensaios em gestantes realmente mediram, para calibrar uma promessa que vende mais do que prova.

Dra. Daniele FlorêncioBiomédica · CRBM 8242-PR · Diretora Clínica
Antes de começar — leia isso

A centella asiática tópica (fonte de asiaticosídeo e madecassosídeo) é um ativo cosmético de venda livre, com uso tópico consolidado em dermocosmética. Este material é educativo: reúne o que os estudos controlados mediram sobre creme com centella e prevenção de estria — inclusive onde a evidência é fraca ou incerta — sem prometer resultado individual. É PREVENÇÃO, em quem ainda não tem estria: nada aqui trata ou apaga estria já formada. Predisposição genética, idade, ganho de peso e ritmo do ganho variam de pessoa para pessoa — o que faz sentido no seu caso, incluindo produto e rotina de pele na gestação, é assunto de avaliação individual, de preferência com seu obstetra.

“Prevenir estria” e “tratar estria” parecem a mesma conversa, só que não são. Prevenir é uma aposta feita antes de qualquer marca aparecer — quando a pele ainda está inteira e a pergunta é só “o que reduz a chance”. Tratar é outra conversa, sobre uma fibra de colágeno que já rompeu e uma cicatriz que já existe. Esta apostila é só sobre a primeira: o que a ciência sustenta quando a centella asiática entra numa rotina de prevenção, antes que a estria apareça — seja na gestação, seja num ganho de peso rápido fora dela.

E aqui mora a pergunta anti-óbvia que este material insiste em fazer: os dois principais ensaios clínicos que testaram creme com centella em gestantes mostraram, sim, menos estria no grupo tratado. Mas os dois grupos também passaram creme todo dia, na barriga, com a mão. Nenhum dos dois comparou “aplicar o creme com centella” contra “aplicar um creme qualquer, do mesmo jeito, sem centella, com a mesma rotina de toque” separadamente da rotina de fricção manual. Isso não anula os resultados — mas exige uma leitura mais cuidadosa do que costuma circular no rótulo.

O que a centella faz dentro da célula — sem nenhuma mão envolvida

Antes de entrar nos ensaios em gestantes, vale isolar a pergunta mais simples: a molécula tem, ou não, uma ação real sobre o colágeno? A resposta vem de um experimento de bancada, sem paciente, sem massagem, sem placebo — só fibroblastos humanos de pele em cultura, expostos a asiaticosídeo. O resultado: o asiaticosídeo induziu a síntese de colágeno tipo I nessas células, ativando a fosforilação das proteínas Smad 2 e Smad 3 e sua translocação para o núcleo — e, de forma notável, esse efeito persistiu mesmo quando os pesquisadores bloquearam quimicamente o receptor clássico do TGF-beta (SB431542), demonstrando uma via de sinalização alternativa e independente desse receptor (Lee et al., 2006). Traduzindo: existe farmacologia real, medida na célula, sem qualquer variável de “aplicação” ou “ritual” no meio do caminho.

Isso é o que diferencia esta discussão da que existe para outros óleos “anti-estria” sem nenhum princípio ativo com mecanismo descrito: aqui há um sinal bioquímico concreto, reproduzido em laboratório. A limitação é a de sempre com estudo em célula isolada — ele prova que a molécula pode agir sobre o colágeno; não prova sozinho que, aplicada na pele de uma gestante, ela chega às camadas certas na concentração certa para mudar o desfecho clínico. Essa ponte só os ensaios em humanos podem fazer — e é para lá que vamos agora.

O mecanismo testado em fibroblastos humanos, em laboratório
Nenhuma etapa aqui depende de aplicação, massagem ou rotina — é sinalização dentro da célula
Asiaticosídeoentra em contato com o fibroblasto em cultura
Fosforila Smad 2/3via independente do receptor clássico do TGF-beta
Colágeno tipo Isíntese aumentada, medida em laboratório
Por que isso importa: mostra que a centella tem um alvo bioquímico plausível para “ajudar a derme a resistir ao estiramento” — mas é evidência de mecanismo, em célula, não de resultado clínico em gestante (Lee et al., 2006).
Os dois ensaios clínicos com creme de centella em gestantes — e por que a média some com o efeito

O primeiro ensaio duplo-cego controlado por placebo, com 80 gestantes, testou um creme com extrato de centella asiática, alfa-tocoferol e hidrolisados de colágeno-elastina. Resultado geral: 34% das gestantes do grupo tratado desenvolveram estria contra 56% do grupo placebo — diferença estatisticamente significativa (p<0,05) — e o escore de intensidade da estria também foi menor no grupo tratado (1,42 vs. 2,13; p=0,014) (Mallol et al., 1991). Dentro desse mesmo ensaio, um subgrupo específico chama atenção: entre as mulheres que já tinham tido estria na puberdade (maior risco de base), o creme ativo produziu prevenção absoluta em 89% dos casos, enquanto no grupo placebo 100% desenvolveu estria na gestação (p=0,00014) — é esse número de subgrupo, não o resultado geral de 34% vs. 56%, que costuma virar propaganda de “reduz até 89%”.

O segundo ensaio, mais recente e também duplo-cego e controlado por placebo, testou um creme com hidroxiprolisilano-C, óleo de rosa mosqueta, triterpenos de centella asiática e vitamina E. Aqui a leitura fica mais interessante — e mais honesta de contar: olhando toda a amostra, a incidência de estria não caiu no grupo tratado (33,3% no controle vs. 37,6% no tratado — sem benefício aparente). Mas essa amostra incluía gestantes que já tinham estria antes de entrar no estudo, para quem “incidência de estria nova” é uma métrica confusa. Quando os pesquisadores isolaram só as mulheres sem nenhuma estria no início do estudo, o quadro se inverteu: 35% desenvolveram estria no grupo controle contra apenas 5,6% no grupo tratado (p=0,031) — e, entre quem já tinha estria prévia, a progressão de gravidade foi de 17,8% no controle (p=0,001) contra 6,3% no tratado, sem significância estatística isolada (García Hernández et al., 2013).

Por que a “amostra toda” pode esconder o efeito

Misturar, no mesmo grupo, gestantes que já tinham estria com gestantes que nunca tiveram dilui o desfecho “estria nova”: quem já tem marca não é um bom teste para “isso previne o aparecimento”. É por isso que o número que interessa para prevenção é o da população sem estria de base — não o da amostra completa. Veja essa diferença no visual a seguir.

Sem estria na entrada do estudo
García Hernández et al., 2013
Subgrupo sem nenhuma marca antes do estudo — o teste certo para “previne”
Grupo controle35%
Grupo com centella5,6%
Amostra completa
García Hernández et al., 2013
Inclui quem já tinha estria antes de começar — dilui o sinal de prevenção
Grupo controle33,3%
Grupo com centella37,6%

Barras à escala real dos percentuais relatados no mesmo ensaio (García Hernández et al., 2013). É o mesmo estudo, a mesma centella — a diferença inteira está em qual população se está medindo.

Nenhum dos dois ensaios separou o ativo da rotina de aplicar

Aqui está o ponto que esta apostila mais quer deixar claro. Em ambos os ensaios (Mallol et al., 1991; García Hernández et al., 2013), as participantes dos grupos tratado e placebo aplicaram um creme na pele, com as mãos, diariamente, por semanas. Isso significa que, se parte do benefício vem só do ato físico de espalhar produto na barriga — fricção leve, estímulo circulatório, hábito regular — esse efeito estaria presente nos dois braços do estudo, inclusive no placebo, e não explicaria a diferença entre os grupos. Isso é uma vantagem metodológica real: como os dois grupos tiveram a mesma rotina de aplicação, a diferença de resultado entre eles tende a refletir o que muda quando se troca o conteúdo do creme — não a rotina em si.

Só que essa vantagem tem um limite: nenhum dos dois ensaios testou “creme com centella e massagem” contra “creme com centella sem massagem” — a comparação de três braços que outro ensaio já fez, mas usando óleo de amêndoa amarga, não centella, e sem princípio ativo com mecanismo descrito (Timur Taşhan & Kafkasli, 2012). Isso significa que, para a centella especificamente, não existe hoje um ensaio clínico que separe “quanto vem da molécula” de “quanto vem de uma rotina diária consistente de cuidar da pele”. O que sustenta a molécula, isoladamente, é o experimento em fibroblastos (seção anterior) — a peça que fecha essa lacuna, sem depender de nenhum braço de massagem em humanos.

Onde a centella fica no ranking da evidência — e o que teria mais prova

Uma revisão de 2015 sobre prevenção tópica de estria gravídica, que reuniu o corpo de ensaios disponíveis até então, chega a uma conclusão calibrada: existe evidência limitada de que a centella (e, possivelmente, massagem com óleo de amêndoa amarga) ajude a prevenir estria; evidência fraca para ácido hialurônico tópico; e um resultado promissor para tretinoína na redução da gravidade de estrias recém-formadas — mas a tretinoína tem uso restrito na gestação e não entra no escopo desta apostila por esse motivo. Manteiga de cacau e óleo de oliva isolados, os dois produtos mais vendidos com a mesma promessa, não mostraram eficácia (Korgavkar & Wang, 2015). Isso posiciona a centella num grupo pequeno e específico: tem mais sustentação do que os óleos vegetais isolados mais populares, mas está longe de ser uma prevenção “provada” no sentido de ensaios grandes e replicados.

O que a evidência tópica sustenta para prevenção de estria gravídica
Korgavkar & Wang, 2015 — revisão sobre prevenção tópica de estria gravídica
Tretinoína (uso restrito na gestação)
Promissora p/ gravidade — não indicada na gravidez
Centella asiática (creme)
Evidência limitada, mas com mecanismo descrito
Ácido hialurônico tópico
Evidência fraca
Manteiga de cacau / óleo de oliva isolados
Sem evidência de prevenção
Barras ilustram a força relativa da evidência descrita pelos autores (ordena, não mede uma escala numérica padronizada). Grau de evidência atribuído nesta apostila à centella tópica para prevenção de estria: B — ensaios clínicos existem e apontam benefício, mas são poucos, com décadas de intervalo entre si, sem braço que isole massagem/aplicação do ativo. Fonte: Korgavkar & Wang, Br J Dermatol, 2015;172(3):606-615.
E o ganho rápido de peso fora da gravidez? O que dá para extrapolar — e o que não dá

A estria não é exclusiva de gestante. Ela aparece sempre que a pele estica rápido demais para a derme se reorganizar — e isso acontece também em ganho de peso acelerado, estirão de crescimento na adolescência e pós-bariátrica. Uma revisão sobre o tema resume o quadro geral: a estria gravídica atinge entre 55% e 90% das gestantes, e os fatores que mais pesam no risco — idade jovem, histórico familiar, ganho de peso e velocidade desse ganho — são mecanismos de estiramento mecânico da derme somados a fatores hormonais, não algo exclusivo da gravidez (Farahnik et al., 2016). O mecanismo básico de formação da estria — ruptura das fibras de colágeno e elastina por estiramento mecânico associado a fatores hormonais, sem ferida aberta — é descrito de forma independente do contexto gestacional (Mikes, Oakley & Patel, StatPearls, 2025).

Isso dá uma base mecanística razoável para supor que o mesmo estímulo sobre fibroblastos (Lee et al., 2006) faria sentido biológico também fora da gravidez. O que não existe, e é preciso dizer com todas as letras, é um ensaio clínico controlado testando creme com centella especificamente em pessoas com ganho de peso rápido não gestacional — os dois ensaios com resultado clínico positivo (Mallol et al., 1991; García Hernández et al., 2013) foram feitos em gestantes. Extrapolar o mecanismo é razoável; extrapolar o número (por exemplo, o “5,6% vs. 35%”) para outro contexto de estiramento de pele não é — é aqui que a promessa de marketing costuma esticar mais do que a evidência aguenta.

Um erro muito comum

Ler “reduz a formação de estria em até 89%” como se fosse o resultado esperado para qualquer gestante que use o produto.

Esse número de fato existe na literatura — mas é o resultado de um subgrupo específico dentro de um ensaio de 1991: apenas as mulheres que já tinham tido estria na puberdade antes de engravidar, um grupo de risco mais alto que a média. Nele, o creme ativo preveniu 89% dos casos contra 0% de prevenção no placebo (Mallol et al., 1991). O resultado geral do mesmo estudo, considerando todas as participantes, foi de 34% de incidência no grupo tratado contra 56% no placebo — uma diferença real e estatisticamente significativa, mas bem mais modesta do que “89%” sugere fora de contexto.

O certo: perguntar sempre “89% de quê, em quem?” antes de levar um número de subgrupo como se fosse a expectativa média — e usar o resultado geral (redução relativa de risco, não a melhor vitrine do estudo) para calibrar o que esperar.

A Sacada dos DoutoresO que separa esta molécula de um óleo qualquer — e onde a prova ainda falta

A centella asiática não é só mais um óleo com rótulo bonito: existe um mecanismo celular real, medido em fibroblasto humano, mostrando que o asiaticosídeo estimula a produção de colágeno tipo I por uma via própria de sinalização. Isso a diferencia de ativos sem qualquer base bioquímica descrita. E existem, sim, dois ensaios clínicos em gestantes mostrando menos estria com o creme ativo — um deles, inclusive, com um resultado bastante expressivo quando se olha só quem começou o estudo sem nenhuma marca na pele. O que uma leitura honesta exige dizer é que nenhum desses ensaios isolou o efeito da centella do efeito de manter uma rotina diária de cuidado na pele — e que, fora da gravidez, no ganho de peso rápido, o que existe é extrapolação de mecanismo, não um ensaio clínico dedicado. Isso não invalida o uso da centella como parte de uma rotina de prevenção; só significa que ela deveria ser vendida como o que realmente é: um ativo com bom motivo biológico e evidência clínica real, porém limitada — não uma garantia. Que rotina faz sentido para a sua pele, seu histórico e sua gestação é avaliação individual, de preferência com seu obstetra.

DF
Dra. Daniele FlorêncioBiomédica · CRBM 8242-PR · responsável pelo conteúdo
O que levar desta apostila
  • Existe mecanismo celular real: asiaticosídeo aumenta a síntese de colágeno tipo I em fibroblastos humanos, via Smad 2/3, independente do receptor clássico do TGF-beta (Lee et al., 2006).
  • Dois ensaios clínicos em gestantes mostraram menos estria com creme de centella: 34% vs. 56% (Mallol et al., 1991) e 5,6% vs. 35% no subgrupo sem estria de base (García Hernández et al., 2013).
  • O número “89%” que circula em propaganda é de um subgrupo específico (mulheres com estria prévia na puberdade), não da população geral do estudo.
  • Nenhum ensaio isolou o ativo da rotina de aplicar o creme — os dois grupos (tratado e placebo) tiveram a mesma rotina de aplicação, o que reduz mas não elimina essa dúvida.
  • A revisão mais recente classifica a evidência como limitada — mais sustentada que óleo de oliva ou manteiga de cacau isolados, menos sustentada que um tratamento provado (Korgavkar & Wang, 2015). Grau de evidência desta apostila: B.
  • É PREVENÇÃO, não tratamento: os dados aqui são sobre pele sem estria; não removem marca já formada.
  • Para ganho de peso rápido fora da gravidez, a lógica biológica se sustenta, mas o ensaio clínico dedicado ainda não existe — calibre a expectativa de acordo.
O próximo passo

Se a meta é prevenir estria — na gestação ou num período de ganho de peso rápido — a centella tem base biológica e clínica real para entrar numa rotina de cuidado, com expectativa calibrada, não como garantia. O que faz mais diferença: começar cedo, manter a rotina consistente e levar suas dúvidas específicas (histórico familiar, tipo de pele, ritmo do ganho) para uma avaliação individual — de preferência com seu obstetra ou profissional de referência.

Referências
  1. Mallol J, Belda MA, Costa D, Noval A, Sola M. Prophylaxis of striae gravidarum with a topical formulation. A double blind trial. Int J Cosmet Sci, 1991;13(1):51-57 — n=80; creme com centella asiática: 34% vs. 56% de incidência (p<0,05); subgrupo com estria prévia na puberdade: 89% de prevenção absoluta vs. 0% no placebo (p=0,00014).
  2. García Hernández JÁ, Madera González D, Padilla Castillo M, Figueras Falcón T. Use of a specific anti-stretch mark cream for preventing or reducing the severity of striae gravidarum. Randomized, double-blind, controlled trial. Int J Cosmet Sci, 2013;35(3):233-237 — creme com triterpenos de centella asiática; amostra toda: 33,3% vs. 37,6%; subgrupo sem estria de base: 35% vs. 5,6% (p=0,031).
  3. Korgavkar K, Wang F. Stretch marks during pregnancy: a review of topical prevention. Br J Dermatol, 2015;172(3):606-615 — revisão: evidência limitada para centella e massagem com óleo de amêndoa; fraca para ácido hialurônico; promissora para tretinoína (uso restrito na gestação); sem evidência para óleo de oliva/manteiga de cacau isolados.
  4. Lee J, Jung E, Kim Y, Park J, Park J, Hong S, Kim J, Hyun C, Kim YS, Park D. Asiaticoside induces human collagen I synthesis through TGFbeta receptor I kinase (TbetaRI kinase)-independent Smad signaling. Planta Med, 2006;72(4):324-328 — mecanismo celular: fosforilação de Smad 2/3 e aumento de síntese de colágeno tipo I em fibroblastos humanos.
  5. Timur Taşhan S, Kafkasli A. The effect of bitter almond oil and massaging on striae gravidarum in primiparous women. J Clin Nurs, 2012;21(11-12):1570-1576 — ensaio de 3 braços (massagem+óleo, óleo sozinho, controle) com óleo de amêndoa amarga, usado aqui apenas como referência metodológica sobre como isolar massagem do princípio ativo.
  6. Farahnik B, Park K, Kroumpouzos G, Murase J. Striae gravidarum: risk factors, prevention, and management. Int J Womens Dermatol, 2016;3(2):77-85 — revisão: prevalência de 55-90%; fatores de risco mecânicos e hormonais, não exclusivos da gestação.
  7. Mikes BA, Oakley AM, Patel BC. Striae Distensae. StatPearls Publishing, atualizado em 2025 — mecanismo de formação da estria: estiramento mecânico da derme e fatores hormonais, sem ferida aberta.
Biomédica · CRBM 8242-PR
Conteúdo informativo e educativo. A centella asiática tópica é um ativo cosmético de venda livre; os dados citados descrevem o que os estudos mediram, não uma recomendação de uso individual nem promessa de resultado. Fatores de risco, tipo de pele, histórico e ritmo do ganho de peso variam de pessoa para pessoa — para definir a abordagem certa para o seu caso, procure avaliação individual, de preferência obstétrica na gestação.