Comparativa · Laser Ablativo × Laser CO2 para Rolling

Laser Ablativo ou Laser CO2 para Rolling — ondulações amplas: qual é melhor?

Essa pergunta esconde uma confusão de nome antes de esconder qualquer coisa sobre a pele: “laser CO2” já É um tipo de “laser ablativo” — não uma alternativa a ele. Antes de comparar números, desfazemos essa sobreposição. Depois, mostramos o que a literatura mostra especificamente sobre cicatrizes tipo rolling (ondulações amplas e rasas): inclusive um raro comparativo direto entre as duas tecnologias ablativas mais usadas, CO2 fracionado e Er:YAG fracionado, com números reais.

Dra. Daniele FlorêncioBiomédica · CRBM 8242-PR · Diretora Clínica
Aviso importante — leia antes

Este material é exclusivamente informativo e educativo — NÃO é indicação de uso, prescrição de protocolo, energia, densidade ou número de sessões. O laser ablativo fracionado (seja da família CO2, seja da família Er:YAG) para cicatriz de acne tipo rolling é ato de profissional habilitado, sempre precedido de avaliação individual do tipo e da profundidade da cicatriz, do fototipo, do histórico de hiperpigmentação e das expectativas de tempo de recuperação. Os números citados aqui descrevem o que os estudos usaram e mediram, nunca uma recomendação de uso para você. Quem avalia o seu caso e decide a tecnologia, o modo de pulso, a energia e o número de sessões é o profissional responsável.

Vale desfazer a confusão de nome antes de qualquer número: “laser ablativo” é a família, e “laser CO2” é um dos membros dessa família — junto com o laser de Er:YAG (érbio:YAG). Os dois vaporizam uma coluna controlada de tecido e geram uma zona de coagulação térmica ao redor, o mecanismo que estimula a produção de colágeno; a diferença entre eles está no comprimento de onda e em quanto calor “sobra” ao redor de cada coluna — o CO2 deixa mais calor residual (mais estímulo, mais tempo de vermelhidão), o Er:YAG é mais preciso e deixa menos calor (recuperação mais rápida, estímulo um pouco menor) (Preissig, Hamilton & Markus, 2012). Fracionado é um terceiro eixo, independente do tipo de laser: em vez de tratar 100% da superfície, o aparelho trata a pele em microcolunas espaçadas, preservando pele saudável ao redor para acelerar a cicatrização.

Ou seja: perguntar “ablativo ou CO2” é, tecnicamente, perguntar “a família ou um dos seus dois membros principais”. A pergunta que a maioria das pessoas realmente quer fazer — e que esta apostila responde de verdade — é CO2 fracionado ou Er:YAG fracionado para rolling. E, ao contrário de muitas comparativas de laser, aqui existe um estudo recente comparando exatamente essas duas tecnologias lado a lado, no mesmo desenho de pesquisa.

O que “rolling” pede da tecnologia ablativa

Cicatriz de acne tipo rolling é uma ondulação ampla e rasa, causada por bandas de fibrose que puxam a derme para baixo sem criar uma borda definida — diferente da cicatriz icepick (funda e estreita) ou boxcar (borda abrupta). Por não ter borda nítida, o rolling responde mais ao volume de colágeno reconstruído em profundidade do que a um corte preciso na superfície — e é exatamente aí que a literatura mostra a maior diferença prática entre as tecnologias ablativas: quanto mais calor residual e quanto mais longo o pulso, mais o laser consegue tracionar e remodelar a banda fibrosa por baixo, não só resurfaçar a superfície. Num estudo com 158 pacientes com diferentes tipos de cicatriz de acne, o Er:YAG de pulso curto (mais preciso, menos calor) foi suficiente para icepick e boxcar raso, mas cicatrizes rolling e boxcar profundo exigiram um modo de pulso mais longo — dual-mode ou variable-pulse, que agregam efeito térmico — para um resultado satisfatório (Woo, Park & Kye, 2004). Isso já antecipa por que esta comparativa não pode tratar “laser ablativo” como uma caixa única: dentro da própria família Er:YAG, o modo de pulso muda o resultado em rolling.

O raro comparativo direto: CO2 fracionado × Er:YAG fracionado, mesmo estudo

Um estudo retrospectivo comparou diretamente as duas tecnologias em 254 pacientes com cicatriz de acne atrófica (124 tratados com laser array de CO2, 130 com Er:YAG), com avaliação em 12 meses pela escala ECCA (quanto menor, melhor) e por classificação de resposta clínica. O grupo CO2 teve ECCA final menor (39,84 ± 3,26 vs. 41,31 ± 4,88, p=0,005), mais pacientes com melhora significativa (37,1% vs. 30,8%) e menos casos classificados como “sem efeito” (5,7% vs. 16,9%, p=0,017). Do lado do Er:YAG, a recuperação foi mais confortável: dor um pouco menor na escala visual analógica (3,12 vs. 3,19, p=0,011), eritema resolvendo mais rápido (2,93 vs. 3,11 semanas) e muito menos eritema persistente (0,8% vs. 6,5%, p=0,035) — a diferença de hiperpigmentação entre os dois não foi estatisticamente significativa (Xiao, Zhang & Peng, 2025). É um retrato honesto do trade-off: mais eficácia medida versus recuperação mais tranquila, no mesmo grupo de pacientes.

Ablativo — família CO2 fracionado
Mais resposta clínica, mais tempo de vermelhidão
124 pacientes, avaliação em 12 meses, mesmo estudo do Er:YAG ao lado
Melhora clínica significativa (Xiao et al., 2025)37,1%
Eritema persistente (Xiao et al., 2025)6,5%
Ablativo — família Er:YAG fracionado
Menos resposta clínica, recuperação mais rápida
130 pacientes, mesmo estudo, mesma escala (ECCA) e mesmo período
Melhora clínica significativa (Xiao et al., 2025)30,8%
Eritema persistente (Xiao et al., 2025)0,8%

Diferente de muitas comparativas de laser, estas quatro barras vêm do mesmo estudo, mesma escala, mesmo ponto no tempo — são diretamente comparáveis entre si. A ressalva é outra: o estudo trata “cicatriz de acne atrófica” como grupo geral, sem isolar só o subtipo rolling — a seção abaixo traz o que existe de dado específico para rolling.

O que a meta-análise (8 estudos, 418 pacientes) confirma

Uma meta-análise reunindo 8 estudos (7 ensaios clínicos randomizados e 1 retrospectivo, 418 pacientes ao todo — 210 tratados com CO2 fracionado, 208 com Er:YAG fracionado) chegou à mesma direção: a taxa de resposta efetiva do CO2 fracionado foi significativamente maior (OR=1,81; IC95% 1,08–3,01), a dor relatada na escala visual analógica foi significativamente maior com CO2 (diferença média de 1,77 pontos; IC95% 1,32–2,21) e a duração do eritema também foi significativamente mais longa com CO2. Não houve diferença significativa no tempo total de dor entre as duas tecnologias (diferença média de 0,02; IC95% -0,57 a 0,61) (Liu, Zhou et al., 2024). Juntando os dois estudos, o padrão se repete de forma consistente: mais eficácia medida tende a vir com mais desconforto e recuperação mais longa — não há almoço grátis entre as duas famílias ablativas.

Resposta clínica e eritema — mesmo estudo, cicatriz de acne atrófica em geral
Xiao, Zhang & Peng (2025) · 254 pacientes, avaliação em 12 meses · comparável ponto a ponto dentro do próprio estudo
Melhora significativa · CO2 fracionado
37,1%
Melhora significativa · Er:YAG fracionado
30,8%
Classificado “sem efeito” · Er:YAG fracionado
16,9%
Classificado “sem efeito” · CO2 fracionado
5,7%
Eritema persistente · CO2 fracionado
6,5%
Eritema persistente · Er:YAG fracionado
0,8%
Barras medem, não só ordenam — vêm do mesmo estudo (n=254), mesma escala (ECCA) e mesmo corte temporal (12 meses). A ressalva é de escopo: o desfecho é “cicatriz de acne atrófica” como grupo — não uma coorte isolada de rolling — por isso a seção seguinte soma o que existe de evidência específica para rolling.
Por que não damos um placar único e definitivo

O comparativo direto (Xiao et al., 2025) e a meta-análise (Liu et al., 2024) tratam cicatriz de acne atrófica como grupo — não separam rolling de boxcar e icepick nos seus números principais. Já os estudos que tratam rolling especificamente (abaixo) são menores, mais antigos e não comparam as duas tecnologias entre si, e sim o efeito de diferentes energias ou modos de pulso dentro de uma mesma tecnologia. Somar as duas pontas honestamente — e não forçar um único número — é mais correto do que inflar precisão que os estudos não têm.

Rolling especificamente: o que muda quando a ondulação é ampla e rasa

Num estudo retrospectivo com 121 pacientes tratados só com laser CO2 fracionado ultrapulsado (206 sessões ao todo, média de 1,7 sessão por paciente), as cicatrizes tipo rolling tiveram chance muito maior de melhora significativa do que as icepick (OR=7,3; IC95% 1,2–43,4; p=0,029) — e usar energia mais alta também aumentou a chance de melhora significativa (OR=10,9; IC95% 1,1–106,8; p<0,05). O reverso da moeda: rolling também teve risco maior de reação adversa do que icepick nesse mesmo grupo (OR=10,4; IC95% 2,3–47,7; p=0,003) — mais resposta e mais risco andam juntos quando a energia sobe (Li, Ren, Yin et al., 2022). Do lado do Er:YAG, um estudo com 24 pacientes com rolling e cicatriz “punched-out” em fototipos III a V comparou pulso curto (300µs) com pulso extra-longo (1.500µs): o grupo de pulso curto melhorou só a suavidade da pele, enquanto o grupo de pulso extra-longo melhorou suavidade e volume da cicatriz — mas com hiperpigmentação pós-inflamatória transitória em 18% dos casos e erupção acneiforme em 9% (Wanitphakdeedecha, Manuskiatti, Siriphukpong & Chen, 2009).

Um erro muito comum

Achar que “laser ablativo” e “laser CO2” são duas famílias concorrentes — como se a pergunta fosse escolher entre um gênero e uma espécie dele.

“Laser ablativo” é o guarda-chuva que inclui CO2 e Er:YAG (entre outros comprimentos de onda menos usados em rolling). Perguntar “ablativo ou CO2” tecnicamente não tem resposta, porque CO2 já é ablativo. A pergunta que resolve a dúvida de verdade é uma destas duas: CO2 fracionado ou Er:YAG fracionado (a escolha dentro da família ablativa) — ou, para quem está comparando agressividade, ablativo fracionado ou não-fracionado (a escolha de quanto da superfície é tratada de uma vez).

O certo: perguntar ao profissional “qual tecnologia ablativa — CO2 ou Er:YAG — e com qual modo de pulso” para o seu tipo e profundidade de rolling, não “ablativo ou CO2” como se fossem opções separadas.

O quadro para guardar
PerguntaAblativo — família CO2 fracionadoAblativo — família Er:YAG fracionado
MecanismoVaporização + maior zona de coagulação térmica residual (mais estímulo de colágeno)Vaporização mais precisa, menos calor residual (recuperação mais rápida)
Melhora clínica significativa (cicatriz atrófica geral, 12 meses)37,1% (Xiao et al., 2025)30,8% (Xiao et al., 2025)
Efetividade em meta-análise (8 estudos, 418 pacientes)Taxa de resposta significativamente maior (OR=1,81)Referência de comparação
Dor e eritemaDor e eritema significativamente maiores/mais longos (Liu et al., 2024; Xiao et al., 2025)Dor um pouco menor; eritema resolve mais rápido e é bem menos persistente
Rolling especificamenteResponde melhor que icepick (OR=7,3); mais energia = mais resposta e mais risco (Li et al., 2022)Só funciona bem em rolling com pulso longo/dual-mode; pulso curto isolado é insuficiente (Woo et al., 2004; Wanitphakdeedecha et al., 2009)
Quem decideO profissional, avaliando profundidade da ondulação, fototipo, histórico de hiperpigmentação e tolerância a tempo de recuperação
1

Quando o CO2 fracionado tende a pesar mais

Cenário A

Rolling moderado a mais profundo, prioridade em taxa de resposta medida (melhora significativa e menos casos “sem efeito” nos estudos disponíveis) e disposição para mais dias de vermelhidão e um pouco mais de desconforto — o cenário em que a evidência de eficácia hoje pesa mais para essa tecnologia (Xiao et al., 2025; Liu et al., 2024; Li et al., 2022).

2

Quando o Er:YAG fracionado (pulso longo/dual-mode) pode ser considerado

Cenário B

Preferência por recuperação mais rápida e menos eritema visível, aceitando uma resposta clínica média um pouco menor — desde que o profissional use um modo de pulso longo ou dual-mode, já que o pulso curto isolado não é suficiente para tracionar a banda fibrosa do rolling (Woo et al., 2004; Wanitphakdeedecha et al., 2009; Xiao et al., 2025).

3

Quando o fototipo e o histórico pesam mais do que o nome da tecnologia

Cenário C

Fototipos mais altos ou histórico pessoal de hiperpigmentação pós-inflamatória — risco relatado em até 18% mesmo com Er:YAG de pulso longo em fototipos III a V — pedem calibração mais conservadora de energia, teste de área ou reavaliação da técnica, independentemente de qual das duas parecia “a escolhida” inicialmente (Wanitphakdeedecha et al., 2009; Xiao et al., 2025).

A Sacada dos DoutoresA pergunta “ablativo ou CO2” já nasce mal formulada — a pergunta certa é CO2 ou Er:YAG

O achado mais útil desta comparativa não é um número isolado — é a correção de nomenclatura. “Laser ablativo” é a família; “laser CO2” é um dos dois membros mais usados dela, ao lado do Er:YAG. Comparando os dois de verdade, com um estudo que trata as duas tecnologias lado a lado (254 pacientes) e uma meta-análise de 418 pacientes, o padrão é consistente: o CO2 fracionado tende a mostrar mais resposta clínica medida, com mais dor e mais tempo de vermelhidão; o Er:YAG fracionado tende a mostrar recuperação mais rápida e mais confortável, com resposta um pouco menor — a não ser que use pulso longo ou dual-mode, que aproxima o resultado do CO2 em cicatrizes rolling. Nenhuma das duas “vence” de forma absoluta: a profundidade da ondulação, o fototipo e a tolerância ao tempo de recuperação decidem qual pesa mais no seu caso. Quem avalia isso e decide entre as duas tecnologias, e o modo de pulso dentro de cada uma, é o profissional.

DF
Dra. Daniele FlorêncioBiomédica · CRBM 8242-PR · responsável pelo conteúdo
O que levar desta apostila
  • “Laser ablativo” é o guarda-chuva; “laser CO2” é um dos seus dois membros principais, ao lado do Er:YAG — a pergunta que resolve a dúvida de verdade é “CO2 ou Er:YAG”, não “ablativo ou CO2” (Preissig, Hamilton & Markus, 2012).
  • Rolling responde mais a calor residual/pulso longo do que a um corte preciso — pulso curto isolado de Er:YAG foi insuficiente para rolling e boxcar profundo num estudo com 158 pacientes (Woo et al., 2004).
  • Existe, sim, um comparativo direto entre CO2 e Er:YAG fracionados (254 pacientes, mesma escala, 12 meses): CO2 com mais resposta clínica (37,1% vs. 30,8%) e mais eritema persistente (6,5% vs. 0,8%) (Xiao, Zhang & Peng, 2025).
  • Uma meta-análise de 418 pacientes confirma a mesma direção: taxa de resposta maior com CO2 (OR=1,81), à custa de mais dor e eritema mais longo (Liu, Zhou et al., 2024).
  • Dentro do CO2 fracionado, rolling responde melhor que icepick (OR=7,3) — mas mais energia significa mais resposta e mais risco de reação adversa (OR=10,9 e OR=10,4) (Li, Ren, Yin et al., 2022).
  • Er:YAG de pulso extra-longo melhora suavidade e volume da cicatriz em rolling — mas com hiperpigmentação transitória em 18% dos casos em fototipos III a V (Wanitphakdeedecha et al., 2009).
  • Não existe vencedor absoluto — profundidade da ondulação, fototipo e tolerância ao tempo de recuperação pesam mais que o nome da tecnologia; quem decide é o profissional.
O próximo passo

Leve estas informações à sua avaliação: a profundidade e a largura da ondulação, o fototipo e a sua tolerância ao tempo de recuperação são o que realmente define se o CO2 fracionado ou o Er:YAG fracionado (e em qual modo de pulso) faz mais sentido para o seu rolling. Quem decide, olhando o seu caso, é o profissional.

Referências
  1. Preissig J, Hamilton K, Markus R. Current laser resurfacing technologies: a review that delves beneath the surface. Semin Plast Surg, 2012;26(3):109–116 — classificação das famílias ablativo/não-ablativo × fracionado/não-fracionado; base da correção de nomenclatura CO2/Er:YAG.
  2. Woo SH, Park JH, Kye YC. Resurfacing of different types of facial acne scar with short-pulsed, variable-pulsed, and dual-mode Er:YAG laser. Dermatol Surg, 2004;30(4 Pt 1):488–493 — 158 pacientes; rolling e boxcar profundo exigiram pulso longo/dual-mode do Er:YAG para resultado satisfatório.
  3. Xiao C, Zhang J, Peng J. Long-term efficacy and safety of carbon dioxide (CO2) array laser versus erbium-doped yttrium aluminum garnet (Er:YAG) laser for acne scars. Am J Transl Res, 2025;17(8):6391–6402 — 254 pacientes, comparativo direto: ECCA, taxa de resposta, dor, eritema e hiperpigmentação em 12 meses.
  4. Liu F, Zhou Q, et al. Efficacy and safety of CO2 fractional laser versus Er:YAG fractional laser in the treatment of atrophic acne scar: a meta-analysis and systematic review. J Cosmet Dermatol, 2024;23(9):2768–2778 — 8 estudos, 418 pacientes; taxa de resposta, dor e duração de eritema comparadas entre as duas tecnologias.
  5. Li B, Ren K, Yin X, She H, Liu H, Zhou B. Efficacy and adverse reactions of fractional CO2 laser for atrophic acne scars and related clinical factors: a retrospective study on 121 patients. J Cosmet Dermatol, 2022;21(5):1989–1997 — rolling responde melhor que icepick ao CO2 fracionado (OR=7,3); energia mais alta aumenta resposta e risco de reação adversa.
  6. Wanitphakdeedecha R, Manuskiatti W, Siriphukpong S, Chen TM. Treatment of punched-out atrophic and rolling acne scars in skin phototypes III, IV, and V with variable square pulse erbium:yttrium-aluminum-garnet laser resurfacing. Dermatol Surg, 2009;35(9):1376–1383 — 24 pacientes; pulso extra-longo do Er:YAG melhora suavidade e volume da cicatriz em rolling, com 18% de hiperpigmentação transitória.
Biomédica · CRBM 8242-PR
Conteúdo informativo e educativo — NÃO é prescrição nem indicação de uso. O laser ablativo fracionado (CO2 ou Er:YAG) para cicatriz de acne tipo rolling é ato de profissional habilitado; a escolha da tecnologia, do modo de pulso, da energia e do número de sessões depende de avaliação individual, considerando a profundidade da ondulação, o fototipo e o histórico de hiperpigmentação. Não inicie nenhum procedimento por conta própria — procure avaliação e acompanhamento profissional.