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30 anos 4,9 2.425 avaliações
Poros dilatados no nariz · Curitiba

Poro não fecha. Mas dá pra deixar bem menor.

  • 80%*se incomodam com a textura da pele
  • 70%*já pensaram em fazer um procedimento
  • 79%*sentem constrangimento
  • 20%*relatam dificuldade para demonstrar afeto

Segurar o óleo por dentro e firmar a borda por fora.

30 anos 4,9 2.425 avaliações
Poros dilatados no nariz · Curitiba

Poro não fecha. Mas dá pra deixar
bem menor.

São duas frentes ao mesmo tempo: segurar o óleo que abre a abertura por dentro e firmar a borda que a sustenta por fora. A gente refina de verdade — e diz na avaliação até onde vai.

30 anos desde 1996
4,9 2.425 avaliações
3× Top of Mind 21 · 22 · 25
Sintomas & causas

Entenda o que é poros dilatados no nariz

Em uma frase

Poro dilatado no nariz é uma abertura da pele que ficou maior porque tem óleo demais empurrando de dentro e firmeza de menos segurando a borda.

Como se manifesta

O nariz brilha de novo poucas horas depois de lavar o rosto, mesmo com a bochecha seca. Sob luz de lado, a superfície ganha uma textura que o resto da cara não tem. A câmera de perto entrega. (184 caracteres)

Por que aparece

O nariz faz parte da zona T, onde há mais glândula de óleo por centímetro. Óleo demais estica a abertura por dentro; com a idade, a borda perde colágeno e afrouxa por fora. Genética define o tamanho de base. (200 caracteres)

O que piora

Calor, suor e produto comedogênico. Dormir sem remover bem a maquiagem. E o tempo, pela queda natural de colágeno. Sabonete adstringente não entra nessa conta: ele não abre nem fecha nada. (184 caracteres)

Como o Método Batel trata

Um protocolo enxuto, e é de propósito.

Classificamos por evidência em poros dilatados no nariz: 5 estrelas são a base do protocolo, Poro dilatado não pede arsenal grande — pede as duas frentes certas rodando juntas. Aqui o núcleo já é o tratamento inteiro: dois recursos, um para a oleosidade que abre o poro por dentro, outro para a firmeza que o sustenta por fora. Não existe uma lista de potencializadores nesta queixa, e a gente prefere dizer isso a inflar o protocolo. potencializam.

Toque em Saiba mais para entender cada recurso.
5 ESTRELAS ★★★★★
Laser Não Ablativo
O que é

Um feixe de luz que atravessa a camada mais superficial sem lesioná-la e deposita calor controlado na derme, que é onde vive o colágeno.

Por que entra no plano de poros dilatados no nariz

Metade do problema do poro é a borda dele ter perdido firmeza — colágeno e elastina saem de cena com o tempo e o que era um ponto discreto vira uma abertura que a câmera pega. O calor do laser estimula os fibroblastos a produzir colágeno novo justamente ao redor do folículo, e uma borda mais firme faz o poro parecer menor. O mesmo estímulo tende a regular a atividade da glândula sebácea, o que reduz o brilho que volta ao longo do dia.

Como é na prática
Não tem tempo de recuperação — você volta pra rotina no mesmo dia.
A sensação é de calor pontual, não de dor.
O resultado é progressivo e aparece ao longo das sessões: a textura mais uniforme costuma ser notada a partir da 3ª sessão, dentro de um ciclo de 5 a 6 sessões. Não existe versão de sessão única, porque colágeno é processo biológico e não obedece a atalho.
5 ESTRELAS ★★★★★
Peeling Superficial
O que é

Aplicação de um ácido de ação superficial que acelera a renovação da camada mais externa da pele.

Por que entra no plano de poros dilatados no nariz

Boa parte do que a gente enxerga como poro grande é, na verdade, poro entupido: óleo oxidado e célula morta acumulados na abertura, que a deixam mais escura e visualmente mais aberta. Desobstruir isso muda o que a luz mostra — a superfície fica mais lisa e mais uniforme. É a frente que ataca a oleosidade por cima, enquanto o laser trabalha a firmeza por baixo.

Como é na prática
Sessão rápida, sem dor — a sensação é de leve formigamento.
A pele pode descamar discretamente nos dias seguintes.
Entra em série e combinado com o laser: quem faz os dois costuma perceber a diferença um pouco mais rápido, porque cada um age numa camada. — a página no ar não declara.
Segurança & recuperação

O que esperar depois.

Nas primeiras horas
Vermelhidão discreta, e só

É comum a pele ficar levemente rosada logo depois da sessão, e isso costuma sumir em poucas horas. Não há tempo de recuperação que impeça a sua rotina do mesmo dia — foi por isso que este protocolo foi montado assim. A sensação que fica é de calor pontual, no caso do laser, ou de leve formigamento, no caso do peeling.

Nos dias seguintes
Pode descamar — é esperado

Depois do peeling, a pele pode descamar discretamente por alguns dias. É o efeito acontecendo, não uma reação: a camada entupida de óleo e célula morta está saindo, e é isso que deixa a superfície mais lisa sob a luz. Não puxe nem esfregue a descamação — deixe sair sozinha.

Sol, ácidos e o que voltar a usar

a página no ar não orienta sobre exposição solar depois da sessão, não diz se ácidos e retinoides da rotina de casa devem ser suspensos e por quanto tempo, e não diz quando a rotina normal volta. Essa é a fase que mais gera dúvida no WhatsApp e é a que está inteiramente em branco. A Dra. precisa ditar esta fase.

Ao longo do ciclo
O resultado se constrói em sessões

A textura mais uniforme costuma ser notada a partir da 3ª sessão de laser não ablativo, e o protocolo completo roda em ciclos de 5 a 6 sessões. Entre uma sessão e outra, o colágeno continua se organizando — é por isso que não existe atalho de sessão única aqui. Quem combina o peeling com o laser costuma perceber a diferença um pouco mais rápido, porque um age na superfície enquanto o outro trabalha na profundidade.

Precisa de ajuda depois do atendimento? Temos plantão.

Se surgir alguma dúvida, reação fora do esperado ou você precisar de orientação após o procedimento, fale com nossos profissionais de acompanhamento no horário comercial. Ao chamar, a mensagem já identifica que você é cliente em acompanhamento e precisa de ajuda urgente.

Nossa equipe fará a triagem e encaminhará você ao profissional responsável o mais rápido possível.

Em destaque

A voz de quem viveu

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A clínica mais bem avaliada de Curitiba

2.425
depoimentos de clientes reais
★★★★★
4,9 de nota

Ninguém na cidade tem tantas avaliações. Cada card abaixo é uma pessoa real que confiou na gente.

P
Patrícia L.
há 1 mês
★★★★★

Atendimento super humano, sem empurrar procedimento. A Dra. Daniele foi honesta sobre o que dava pra esperar — isso me deu confiança pra começar.

C
Camila R.
há 3 semanas
★★★★★

Minhas manchas clarearam muito e ainda aprendi a cuidar da pele em casa. Protocolo sério e acompanhamento de perto.

J
Juliana M.
há 2 meses
★★★★★

Clínica linda, equipe atenciosa e resultado que aparece nas fotos de acompanhamento. Recomendo demais.

F
Fernanda A.
há 5 dias
★★★★★

Vim pelo Instagram meio insegura e saí cliente fiel. Explicam cada etapa, sem enrolação e sem promessa milagrosa.

Sua história pode ser a próxima.
Falar com as especialistas
Perguntas frequentes

O que você já tentou e por que não funcionou

Resposta direta primeiro, o porquê logo abaixo e a palavra da Dra. Daniele no fim. Inclusive quando a resposta honesta é “isso não fecha — refina”.

Resposta direta

Não. Cosmético controla oleosidade e desobstrui a abertura por algumas horas — ele não muda a estrutura da borda do poro.

O tal “efeito tensor” que alguns produtos prometem é uma película na superfície: ela repuxa a pele enquanto está lá e vai embora com a próxima lavada. Mudança que dura depende de estímulo real de colágeno, e isso é trabalho de aparelho, não de frasco.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Quando alguém me mostra um rótulo prometendo fechar poro em uma semana, eu já sei o que responder: biologicamente isso não acontece. O produto ajuda a manter, ele não constrói.

Resposta direta

Dois tratamentos, e só dois: Laser Não Ablativo e Peeling Superficial — um trabalha a firmeza por dentro, o outro a superfície por fora.

Poro dilatado tem protocolo enxuto de propósito. Como a causa é dupla (óleo demais esticando a abertura + colágeno de menos segurando a borda), o arsenal é feito pra atacar exatamente essas duas frentes, sem enfeite.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Aqui eu não empilho procedimento pra encher orçamento. Nessa queixa, dois recursos bem feitos entregam mais do que cinco mal escolhidos.

Resposta direta

Ele entrega calor controlado na derme sem abrir a pele, e esse calor faz a pele produzir colágeno novo em volta do folículo.

Borda mais firme aperta a abertura por fora — é isso que faz o poro parecer menor sob a luz. E o mesmo estímulo tende a regular a atividade da glândula sebácea, o que reduz aquele brilho que reaparece no meio da tarde.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Não é o laser “queimando o poro”. É a sua pele engrossando a moldura em volta dele, sessão após sessão.

Resposta direta

Serve pra desentupir. Boa parte do que você enxerga como poro grande é poro cheio de óleo oxidado e célula morta.

O ácido de ação superficial acelera a renovação da camada mais externa da pele — aquela que, entupida, deixa a abertura mais escura e mais aberta visualmente. Desobstruída, a superfície fica mais lisa e o efeito “casca de laranja” perde força.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

É a parte que dá a satisfação mais rápida. O peeling limpa o que está aparecendo hoje, enquanto o laser resolve o que está embaixo.

Resposta direta

Os dois costumam andar juntos, porque cada um resolve uma metade do problema — e quem combina percebe a diferença um pouco mais rápido.

O peeling ataca a superfície, o laser trabalha na profundidade. Fazer só um deixa metade da causa intacta, e é por isso que resultado de recurso isolado costuma durar menos.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Dá pra começar por um, se for o que cabe agora. Só não prometo o mesmo resultado de quem faz os dois — e prefiro te dizer isso antes.

Resposta direta

A textura costuma ficar visivelmente mais uniforme a partir da terceira sessão de laser não ablativo, e o ciclo completo costuma rodar em cinco a seis sessões.

O resultado depende de estímulo de colágeno, que é um processo biológico gradual — não existe atalho de sessão única, nem aparelho que pule essa etapa. Depois do ciclo, o que entra é manutenção espaçada.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Prefiro te dar o número real na primeira conversa. Quem promete resolver numa sessão está vendendo agenda, não resultado.

Resposta direta

É desconforto leve, não dor: calor pontual no laser e uma sensação de formigamento no peeling.

O nariz costuma tolerar bem os dois procedimentos, apesar da fama. A sessão de peeling é rápida, e a de laser não exige que você suporte nada por muito tempo.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

O nariz reclama menos que a testa nessas sessões. A maioria das pessoas sai surpresa de quão tranquilo foi.

Resposta direta

Pelo nível de desconforto descrito — calor pontual e formigamento —, não é um procedimento montado em torno de anestesia.

São recursos de ação superficial e sem corte, o que muda completamente a conversa sobre dor em relação a procedimentos ablativos ou injetáveis.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Se você é muito sensível, me fala na avaliação. Conduta de conforto eu ajusto por pessoa, não por protocolo fixo.

Resposta direta

Controla os dois, porque são a mesma história: o óleo em excesso é justamente o que estica a abertura por dentro.

O estímulo do laser tende a regular a atividade da glândula sebácea, e o peeling entra em série pra potencializar esse controle de oleosidade. Menos óleo acumulado na abertura significa poro menos entupido e menos evidente.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Poro e brilho são o mesmo problema em dois sintomas. Quem trata só o brilho com produto continua com o poro, e vice-versa.

Resposta direta

Não existe preço de “poro dilatado” — existe o preço do protocolo pra sua pele, que depende de quantas sessões a sua textura pede e se entra peeling combinado com o laser.

Dá pra resolver sem sair de casa: mande uma foto de perto do seu nariz, sob luz natural, no WhatsApp. Um profissional lê a textura e a oleosidade da sua pele e te explica o preço do seu caso na hora, de segunda a sexta em horário comercial.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Leva quinze minutos e não custa nada. Prefiro te dar o número certo do seu caso a jogar uma tabela genérica que não serve pra ninguém.

Resposta direta

Pode haver uma descamação discreta nos dias seguintes ao peeling — discreta é a palavra que a clínica usa, não casca soltando aos pedaços.

É a camada mais externa se renovando, que é exatamente o efeito procurado. O laser não ablativo não tem essa etapa: ele trabalha embaixo sem abrir a pele.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Descamação de peeling superficial é fina e some sozinha. Se alguém te descreveu uma casca grossa, estava falando de outro procedimento.

Resposta direta

Não precisa. Pode surgir uma vermelhidão discreta logo após a sessão, que costuma sumir em poucas horas.

Nenhum dos dois recursos tem tempo de recuperação que impeça a sua rotina no mesmo dia — dá pra fazer e voltar a trabalhar.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

É o tipo de procedimento que cabe no meio da semana. Isso é uma vantagem real, e não uma promessa de folheto.

Resposta direta

Nesse caso o poro é só o sintoma: acne ativa, inflamada e recorrente tem uma causa por trás — na maioria das vezes hormonal — e precisa de acompanhamento dermatológico em paralelo.

Não é “não pode”: é que laser e peeling entram como parte de um cuidado maior, e não como solução isolada. Tratar só a superfície não desliga a causa que continua produzindo lesão nova.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Quando chega acne ativa junto com o poro, eu pergunto sobre a rotina hormonal antes de aplicar qualquer coisa. É honestidade antes de agendar sessão.

Resposta direta

É o tipo de pergunta que eu prefiro responder na avaliação, olhando o seu nariz — porque a resposta muda se existe inflamação envolvida.

O que a clínica afirma com segurança é o mecanismo: o poro dilata por excesso de óleo e por queda de firmeza da borda. Quando entra inflamação recorrente na história, o assunto deixa de ser só textura.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Me manda uma foto de perto antes de mexer no seu nariz. É mais rápido que desfazer um problema criado em casa.

Resposta direta

Nenhuma rotina caseira substitui o tratamento, e o que você usa em casa entra na conversa antes de montar o protocolo.

Existe skincare de casa sabotando resultado de sessão — não por falta de esforço, mas por produto errado pra uma zona T oleosa. Por isso a rotina que você já faz é perguntada logo na avaliação.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Eu sempre pergunto o que a pessoa usa antes de indicar qualquer coisa. Às vezes o ajuste maior está no que sai da rotina, não no que entra.

Resposta direta

Só se o produto for comedogênico — o problema quase nunca é usar, é qual você usa e como remove.

Existem formulações não comedogênicas e livres de óleo, e a etiqueta informa isso. Zona T pede gel ou fluido, não creme espesso. E produto pesado que não sai bem à noite entope mais do que a maquiagem em si.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Ninguém precisa abrir mão de maquiagem por causa de poro. Precisa acertar a textura do produto e a limpeza da noite.

Resposta direta

Filtro solar não comedogênico é rotina diária de quem tem zona T oleosa — e o cuidado específico de pós-sessão é passado pra você por escrito no atendimento.

Como o peeling renova a camada mais externa da pele, os dias seguintes pedem uma conversa objetiva sobre o que usar e o que segurar. Isso é individualizado, não uma regra solta na internet.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Metade do resultado é o que acontece aqui. A outra metade é o que você faz nos dias seguintes.

Resposta direta

Isso é avaliação individual, recurso por recurso, e a resposta só sai depois de você contar o que está usando e em que momento está.

Medicação de uso contínuo, tratamento recente para acne e histórico de pele mudam o que entra no protocolo — e poro dilatado não é urgência, então esperar nunca é prejuízo.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Na dúvida, a resposta é esperar. Seu nariz vai continuar lá, e eu prefiro te tratar no momento certo.

Resposta direta

Não. Vasinho e vermelhidão são alvo vascular, e isso é outro protocolo — mesma região do rosto, mecanismo completamente diferente.

Aqui o alvo é folicular e de textura: óleo e firmeza da borda. Nada do que a gente faz pro poro age no vaso, e o contrário também vale.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Prefiro te dizer isso antes de agendar do que depois de você pagar por uma sessão que não era pro seu caso.

Resposta direta

A responsável técnica é a Dra. Daniele Florencio, biomédica esteta, CRBM 8242 PR, e a documentação técnica dos dois recursos está publicada e aberta no site.

O laser tem termo de consentimento publicado e o peeling tem protocolo operacional publicado — os dois abertos pra qualquer pessoa ler antes de decidir.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Termo não é papelada de cartório. É onde está escrito o que esperar, o que pode acontecer e qual é a sua parte.

Resposta direta

Não fecha. Poro é uma abertura fisiológica sem músculo — não existe fechar como se fecha uma porta.

O que existe é controlar o óleo que estica a abertura e devolver firmeza à borda que a sustenta. Feito com constância, ele fica visivelmente menor. Nunca invisível.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Quem promete fechar o poro pra sempre está vendendo mentira — a genética define o tamanho de base. O que eu prometo é controlar o que dá pra controlar.

Resposta direta

Na maioria das vezes é o poro cheio: óleo oxidado e célula morta acumulados na abertura, o que a deixa mais escura e mais aberta do que ela é.

Por isso o peeling entra no núcleo — ele desobstrui exatamente esse conteúdo. Poro sem inflamação é questão estética; poro com espinha inflamada recorrente é outra conversa, com causa própria.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Boa parte do que as pessoas chamam de poro gigante é poro entupido. Limpa direito e o tamanho real já assusta menos.

Resposta direta

A textura costuma ficar mais uniforme a partir da terceira sessão de laser não ablativo — antes disso, o que muda mais rápido é a superfície, por conta do peeling.

Repor colágeno é o seu organismo trabalhando, e isso acontece em semanas, não em dias. Quem combina os dois recursos costuma perceber a diferença um pouco mais cedo, porque um age na superfície enquanto o outro trabalha na profundidade.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

A parte rápida anima. A parte lenta é a que muda a estrutura da sua pele de verdade.

Resposta direta

O colágeno que você ganhou fica — mas a produção de óleo é um processo contínuo do corpo, e a pele continua envelhecendo.

Por isso a manutenção espaçada existe: em média a cada quatro a seis meses, pra sustentar o controle conquistado. Não é “fiz e esqueci”, e também não é começar do zero de novo.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Eu trato manutenção de poro do mesmo jeito que trato skincare — é rotina de cuidado, não pacote pra te prender.

Resposta direta

Você vai ver textura mais uniforme e menos brilho, com o nariz refletindo a luz de outro jeito — não uma pele lisa de propaganda.

O ponto de chegada é declarado desde o começo: controla, refina, disfarça. Se você continuar procurando com o rosto colado no espelho e luz rasante, vai continuar achando poro. O que muda é como o seu nariz aparece no dia a dia.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Poro não fecha. Refina, com constância, e cai visivelmente sob a câmera — mas isso leva sessão, não frasco.

Resposta direta

O nariz é o foco porque é onde o problema mora — a zona T tem a maior concentração de glândulas sebáceas do rosto.

Testa, nariz e queixo compartilham a mesma origem de pele mais oleosa, e é por isso que a rotina que dá conta das bochechas não dá conta do nariz sozinha. A área tratada é definida na avaliação, não pela queixa no papel.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Eu costumo dizer que o nariz trabalha em dobro. É por isso que ele merece um protocolo à parte, mais intenso que o resto do rosto.

Resposta direta

Trata, e a queixa masculina é tão comum quanto a feminina — se não mais.

A testosterona estimula a glândula sebácea, então a pele masculina costuma ser mais oleosa e ter poros naturalmente maiores. Boa parte dessa procura vem de reunião de vídeo e foto profissional: o zoom da câmera expõe a textura de um jeito que o dia a dia não expõe.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Metade da minha agenda de peeling e laser facial hoje é homem. A pele masculina responde muito bem ao protocolo, justamente por ser mais oleosa e espessa.

Resposta direta

Adianta — só não pra virar outra pele. Uma parte do tamanho é genética e não muda com nenhum aparelho; a outra parte é oleosidade e firmeza, e essa muda bastante.

Duas pessoas com a mesma rotina de skincare podem ter resultados de textura completamente diferentes, e isso é o tamanho de base falando. O trabalho é em cima do que está por cima dele.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

É a verdade incômoda da primeira consulta. Eu não mexo na sua genética — mexo nas duas coisas que estão piorando o que ela te deu.

Resposta direta

Se a marca tem bordas irregulares e vem de espinha antiga, isso é cicatriz de acne — outro mecanismo, outro tratamento.

Poro dilatado é um ponto redondo e raso. Cicatriz é uma depressão com borda definida e relevo irregular, e o arsenal muda completamente. As duas coisas podem coexistir no mesmo nariz, e é por isso que a avaliação por foto existe.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Não sabe se é poro, cicatriz ou os dois juntos? Manda a foto de perto. Eu te digo com honestidade o que dá pra refinar.

Resposta direta

O que está publicado hoje são depoimentos em vídeo de pacientes da casa e as avaliações públicas — 4,9 estrelas com 2.425 avaliações no Google.

Comparação que serve não é com a foto mais bonita do site: é com uma pele parecida com a sua, na mesma luz. Por isso a avaliação pede foto de perto sob luz natural, no seu ângulo.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Eu peço sempre uma foto no mesmo ângulo e luz antes de começar. O olho se acostuma devagar com a própria pele, e a foto não mente.

Perguntas frequentes

Tira as dúvidas reais

Resposta direta primeiro. Depois o porquê. E, no fim, a palavra da Dra. Daniele.

Resposta direta

Não. Cosmético controla oleosidade e desobstrui a abertura por algumas horas — ele não muda a estrutura da borda do poro.

O tal “efeito tensor” que alguns produtos prometem é uma película na superfície: ela repuxa a pele enquanto está lá e vai embora com a próxima lavada. Mudança que dura depende de estímulo real de colágeno, e isso é trabalho de aparelho, não de frasco.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Quando alguém me mostra um rótulo prometendo fechar poro em uma semana, eu já sei o que responder: biologicamente isso não acontece. O produto ajuda a manter, ele não constrói.

Resposta direta

Dois tratamentos, e só dois: Laser Não Ablativo e Peeling Superficial — um trabalha a firmeza por dentro, o outro a superfície por fora.

Poro dilatado tem protocolo enxuto de propósito. Como a causa é dupla (óleo demais esticando a abertura + colágeno de menos segurando a borda), o arsenal é feito pra atacar exatamente essas duas frentes, sem enfeite.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Aqui eu não empilho procedimento pra encher orçamento. Nessa queixa, dois recursos bem feitos entregam mais do que cinco mal escolhidos.

Documentação & leitura clínica · Poros dilatados no nariz Atualizado em agosto de 2026
Revisão técnica · Dra. Daniele Florencio — CRBM 8242-PR · conteúdo educativo, não substitui avaliação presencial.
Esta página foi atualizada em por Dra. Daniele Florencio.
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Consulte a fonte científica apresentada nesta página e o estudo interno completo da Estética Batel.