Pele fina deixa o vaso aparecer — clareador aqui não tem alvo. A gente classifica antes de propor: se for vaso, a gente trata; se não for, a gente te diz o que é.
Olheira arroxeada é a rede de vasos da pálpebra aparecendo por baixo de uma pele fina demais: o que você enxerga não é uma cor na pele, é o sangue por trás dela.
Um tom arroxeado ou azulado, às vezes puxando pro avermelhado. A pele ali é lisa e fininha — em algumas pessoas dá pra enxergar o vasinho. E a cor não é a mesma todo dia.
Pele fina de nascença somada a circulação lenta na região: o sangue fica mais parado nos vasinhos, ganha um tom escuro e a pele fina entrega essa cor. Não é sujeira e não é melanina.
Noite mal dormida, cansaço, frio e crise de alergia deixam a circulação lenta e os vasinhos congestionados. Nariz entupido conta. Sal e álcool também pesam — por isso ela muda ao longo do dia.
Na olheira roxa o problema tem duas metades — sangue parado e pele fina demais. 5 estrelas são a base do protocolo, 4 estrelas potencializam.
Atuam em conjunto com os tratamentos 5 estrelas. Normalmente não resolvem sozinhos — mas potencializam o resultado dos 5 estrelas.
Microaplicações de gás carbônico medicinal (CO₂) sob a pele da região dos olhos, feitas em série.
O tom arroxeado vem de sangue estagnado nos vasinhos. O CO₂ obriga o corpo a levar sangue novo e oxigênio pra ali, ajudando a drenar essa estase. É o recurso mais direto para o componente de vaso — nenhum outro chega tão perto da causa.
Microagulhas que entregam radiofrequência na camada profunda da pele da pálpebra inferior, estimulando colágeno.
Metade do problema não é o vaso em si — é a pele fina que deixa ele à mostra. Ao adensar essa pele, o roxo fica mais coberto. Ela ataca a transparência, enquanto a carboxiterapia ataca a circulação; por isso as duas costumam andar juntas.
Laser com comprimento de onda absorvido pela hemoglobina — a cor do próprio sangue. Ou seja: a energia encontra o vaso, não a pele por cima dele.
Quando existem vasinhos bem desenhados aparecendo sob a pálpebra, o laser atua neles de forma seletiva e reduz o que transparece. O calibre e a profundidade desses vasos definem se ele entra no seu protocolo e como — isso sai da avaliação, não de tabela.
Microinjeções de ácido hialurônico de baixa densidade dentro da própria pele. É qualidade de pele, não volume — e aqui essa diferença não é detalhe, é o que separa acertar de piorar.
Pele mais hidratada e mais espessa fica menos translúcida, e o vaso passa a aparecer menos. Soma ao adensamento da radiofrequência e melhora a textura do olhar, que na olheira roxa costuma vir opaca.
Microinjeções de ativos como vitamina K e cafeína, aplicadas diretamente na área da olheira.
Entrega no local os ativos que melhoram a circulação e a resistência do vaso. É a carboxiterapia potencializada por dentro da pele — mesmo alvo, outra via.
Manobras manuais leves que estimulam a drenagem de líquido e a circulação de retorno ao redor dos olhos.
Não age no vaso nem na espessura da pele: trabalha a estase e o inchaço que escurecem ainda mais o tom. Ajuda especialmente quem acorda com o olhar congestionado e vê a olheira piorar nas primeiras horas do dia.
Injetável que provoca o organismo a produzir o próprio colágeno na área, com efeito construído ao longo das semanas.
Reforça o adensamento que a radiofrequência começa. Quanto mais firme a pele que recobre a rede de vasos, menos ela deixa passar o azulado. Entra caso a caso — não é padrão para toda olheira roxa.
Luz de amplo espectro, absorvida tanto por vaso quanto por pigmento.
Muita olheira não é só roxa: é mista, com vaso e um pouco de pigmento juntos. Nesses casos a LIP cobre os dois alvos de uma vez. Se a sua for vascular pura, ela não é necessária — a indicação sai da avaliação.
Laser ablativo fracionado que renova a pele em profundidade.
Melhora a qualidade e a espessura da pele que recobre o vaso — mesma lógica do adensamento, por outra via. Entra como reforço, e com critério: a pele da pálpebra é a mais fina do corpo e não perdoa excesso.
Renovação suave das camadas mais externas da pele, feita em série.
Melhora textura e viço da pele fina e uniformiza o olhar. Precisa ficar claro: não trata o vaso. É acabamento em cima do que o núcleo resolveu — vendido como solução, seria mentira.
A rotina de casa: ativos de circulação (vitamina K, cafeína), hidratação e proteção solar.
Mantém entre as sessões o que os procedimentos conquistam e trata a parte que não é da nossa mão — sono, sal e álcool, que sobem o patamar do roxo. É o potencializador mais barato e o mais ignorado.
Sessões adicionais de ácido hialurônico leve, depois que o núcleo do protocolo já entregou o resultado.
Sustenta a espessura e o viço da pele ao longo do tempo. É manutenção — e manutenção aqui não é opcional, porque a pele fina continua sendo sua.
Sem surpresa. Aqui o pós é leve — e você sai daqui sabendo cada fase e quando é hora de nos chamar.
Laser e radiofrequência podem deixar a região avermelhada por algumas horas. A carboxiterapia incomoda um pouquinho na hora da aplicação e passa rápido. Em geral dá pra voltar à rotina no mesmo dia.
Pode aparecer um leve inchaço passageiro — é esperado e cede sozinho. Não há afastamento nem sumiço da vida social. Se você tem compromisso importante por perto, avise antes: o timing das sessões é combinado com a sua agenda.
Aqui é onde o resultado acontece de verdade, e não tem atalho. A circulação melhora sessão a sessão e a pele vai ficando mais espessa. É progressivo — nenhuma sessão isolada muda o tom.
A pele fina e a tendência à má circulação continuam sendo suas — então o roxo se controla, não desaparece pra sempre. A gente trata forte no começo e depois faz manutenção espaçada, junto com o home care.
Se surgir alguma dúvida, reação fora do esperado ou você precisar de orientação após o procedimento, fale com nossos profissionais de acompanhamento no horário comercial. Ao chamar, a mensagem já identifica que você é cliente em acompanhamento e precisa de ajuda urgente.
Nossa equipe fará a triagem e encaminhará você ao profissional responsável o mais rápido possível.
Ninguém na cidade tem tantas avaliações. Cada card abaixo é uma pessoa real que confiou na gente.
Depois de anos tentando de tudo, foi a primeira vez que alguém me explicou que melasma se controla, não some. Saí com a expectativa no lugar e vendo resultado de verdade.
Atendimento super humano, sem empurrar procedimento. A Dra. Daniele foi honesta sobre o que dava pra esperar — isso me deu confiança pra começar.
Minhas manchas clarearam muito e ainda aprendi a cuidar da pele em casa. Protocolo sério e acompanhamento de perto.
Clínica linda, equipe atenciosa e resultado que aparece nas fotos de acompanhamento. Recomendo demais.
Vim pelo Instagram meio insegura e saí cliente fiel. Explicam cada etapa, sem enrolação e sem promessa milagrosa.
Resposta curta em cima, pra quem tem pressa. O porquê logo abaixo. E a leitura da Dra. Daniele no fim de cada uma.
Resposta direta primeiro. Depois o porquê. E, no fim, a palavra da Dra. Daniele.
O que eu mais escuto na avaliação é “já usei todo tipo de creme e essa olheira não sai”. Não sai mesmo: quando o escuro é o sangue aparecendo por baixo, não tem pigmento nenhum ali pra clarear.
O que eu mais escuto na avaliação é “já usei todo tipo de creme e essa olheira não sai”. Não sai mesmo: quando o escuro é o sangue aparecendo por baixo, não tem pigmento nenhum ali pra clarear.
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