02Como pensamos o tratamento
Raramente uma cicatriz se resolve com um único procedimento. Por isso, na Estética Batel, o protocolo nasce da combinação — sempre a partir do tipo de cicatriz identificado.
Ao longo de anos de prática clínica, classificamos, para cada tipo, os tratamentos numa tabela: os 5 estrelas são os de maior efetividade — a espinha do protocolo; os 4 estrelas são os potencializadores, somados quando o caso pede mais.
Aqui a gente costuma combinar os tratamentos 5 estrelas entre si — somando uma ou duas tecnologias que atuam em profundidades diferentes da pele — e, quando necessário, buscar também os potencializadores 4 estrelas, porque sabemos, pela prática, que a associação de tratamentos entrega um resultado melhor do que qualquer recurso isolado repetido indefinidamente.
Por que um método, e não um tratamento solto
A combinação não soma — multiplica.
Muita gente diz que “tal tratamento não funciona pra cicatriz”. Quase sempre, esse tratamento foi feito isolado, sem método — uma tecnologia sozinha, repetida sem combinar frentes diferentes. No método é diferente: a gente combina, porque sabe, pela prática, que um tratamento potencializa o outro na reconstrução ou no nivelamento da pele. É por isso que um protocolo bem montado entrega o que o procedimento avulso nunca entrega.
1 + 1 não é 2 — é 3.
O desenho final é definido na avaliação, e depende do tipo e da profundidade da cicatriz, do fototipo da pele, do tempo até o resultado, do resultado esperado e do investimento disponível, e de eventuais contraindicações de saúde — quando um recurso não pode ser usado, é substituído por outro compatível da própria tabela. Não existe receita única; o que se garante é o método.