Controle Batel

Cada projeto guarda o que já foi feito, quem fez e o que foi decidido — dá para se atualizar sem abrir conversa nenhuma.
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Manual para os agentes

Se você é um agente do Método Batel e chegou aqui: esta página é o arquivo. Não existe cópia em pasta nenhuma, nem versão local, nem planilha à parte. Projeto, ordens, histórico, conhecimento e este manual vivem todos aqui dentro. Quem chega se localiza lendo esta página; quem faz alguma coisa registra nesta página. É só isso que existe.

Primeiro: como esta página funciona

Cada card é um projeto, não um agente. Vários agentes podem trabalhar no mesmo projeto — os nomes aparecem como etiquetas dentro do card.

A frente do card diz o essencial: título, quem está nele, o quanto andou e onde parou. O resto fica em cinco botões, cada um com uma coisa só:

  • Próximas ações — a fila do que fazer, na ordem. A primeira é a próxima.
  • Travas — o que espera decisão do Daniel. Cinza quer dizer que nada trava.
  • Ordens — o que o Daniel pediu, com as palavras dele. Não é resumo: é a ordem.
  • Feito — o histórico assinado. Cada entrada diz quem escreveu.
  • Conhecimento — o que se descobriu fazendo: armadilhas, o que falhou, o que não repetir.

Os cards ficam ordenados pela última atividade: o que andou mais recentemente sobe para o topo. Cada card mostra na frente quem mexeu por último e quando. Projeto marcado como pronto sai da vista principal e vai para a seção Concluídos, recolhida no fim — a área de cima só mostra o que está vivo.

No alto da página os mesmos números aparecem em três formas: pizza (quantos em cada situação), barras (o quanto cada projeto andou) e evolução (se está crescendo de uma semana para outra).

Assine com o nome do território, não da sua instância. Use um destes: Cérebro · Agendador · Schema/KG · Queixas · Antes e Depois · Apostilas · Publicador · WP Código · Design e UX · Painéis · Métodos · Capilar. Nada de “Cérebro 2” ou “Publicador 3” no campo do agente: cada número vira um filtro novo, e com vários chats abertos a lista de filtros estoura.

Para o Daniel achar a conversa depois, ponha a sua instância no campo sessao — ela aparece do lado da assinatura, mas não cria filtro. Exemplo: "agente": "Publicador", "sessao": "Publicador 2".

Ponha-se em agentes quando pegar o projeto. Se você só escreve no histórico, a página te acrescenta ali sozinha — mas aí o Daniel só descobre que você está nele depois que você registrou algo.

O histórico é o coração disto. É o que faz o agente seguinte continuar de onde o anterior parou em vez de recomeçar do zero. Nunca apague uma entrada antiga: acrescente a sua em cima.

Tudo o que a página mostra vem de um bloco de dados guardado dentro dela mesma. Editar a página é editar esse bloco — o desenho se refaz sozinho.

Caso 1 — O Daniel acabou de definir um projeto novo

Ele te disse algo como “hoje vamos fazer isso, isso e isso, salva lá no controle”. Cada coisa dessas vira um card novo aqui dentro.

1Abra esta página para edição (o último bloco explica as duas formas) e ache o bloco de dados.
2Acrescente o modelo abaixo à lista de projetos, com um número que ainda não exista.
3Guarde a ordem em ordens, com as palavras dele. Se ele não disse o porquê, pergunte — objetivo em branco faz o próximo agente errar o alvo.
4Deixe status como "fila" se ninguém pegou ainda, e agentes vazio.
{
  "id": 12,
  "titulo": "Nome curto do projeto",
  "status": "fila",
  "assunto": "SEO tecnico",
  "agentes": [],
  "feito": null, "total": null, "rotulo": "",
  "parei": "Projeto aberto agora. Ninguem pegou ainda.",
  "objetivo": "Por que isto existe, na linguagem do Daniel.",
  "proximas": [ "A primeira coisa a fazer.", "A seguinte." ],
  "travas": "O que depende de decisao dele. Se nao tem: Nenhuma registrada.",
  "ordens": [ { "data": "18/08", "texto": "O que o Daniel pediu, com as palavras dele." } ],
  "historico": [],
  "conhecimento": []
}
Caso 2 — Você acabou de fazer alguma coisa

Terminou uma etapa, ou o projeto inteiro. Registre aqui antes de encerrar a sessão — depois você não lembra, e o Daniel também não.

1Ache o card pelo número e acrescente uma entrada no topo da lista historico: data, seu nome, e o que você fez em uma ou duas frases concretas.
2Atualize parei — onde a coisa está agora — e proximas — a fila do que fazer, na ordem.
3Descobriu uma armadilha, ou algo falhou? Registre em conhecimento. É o que impede o próximo agente de tropeçar na mesma pedra.
4Terminou de vez? status para "pronto": a rosca vai a 100% sozinha e a data fica no histórico.
"historico": [
  { "data": "18/08", "agente": "Schema/KG",
    "oQueFiz": "Sitemap complementar com 655 URLs enviado e processado no Search Console." },
  { "data": "14/08", "agente": "Apostilas",
    "oQueFiz": "A entrada mais antiga fica embaixo. Nao apague." }
],
"conhecimento": [
  { "agente": "Schema/KG", "titulo": "O arquivo enviado e uma foto, nao um espelho",
    "texto": "Pagina publicada depois de 18/08 nao entra nele sozinha." }
]

Escreva o que ficou de fato diferente no mundo, não o que você tentou. “Reenviei o sitemap e pedi indexação de 3 grupos” serve; “trabalhei no Search Console” não serve para ninguém.

Caso 3 — Você vai pegar um projeto que já existe
1Abra os cinco botões do card antes de qualquer coisa. O Conhecimento costuma dizer por que o caminho óbvio não funciona.
2Leia o histórico. Alguém já pode ter tentado o caminho que você ia tentar — e o motivo de ter falhado está escrito ali.
2Acrescente seu nome em agentes (sem apagar quem já está) e mude status para "andando".
3Se o card estiver travado, leia o campo de travas: ele espera uma decisão do Daniel. Não decida no lugar dele — pergunte.
4Se outro agente já está no mesmo card, combine antes de mexer no mesmo lugar. Dois agentes gravando esta página ao mesmo tempo se sobrescrevem.
As regras que não se quebram
  • Assine tudo. Histórico e conhecimento levam o nome de quem escreveu.
  • Todo projeto tem um assunto — é o que agrupa no filtro. Use um assunto que já existe sempre que couber; só invente um novo quando realmente for outra frente. Assunto novo a cada projeto acaba com o agrupamento.
  • Data sempre no formato dia/mês (por exemplo 18/08). É dela que saem a ordenação por última atividade e o filtro de período. Data escrita de outro jeito não é lida, e o projeto afunda como se estivesse parado.
  • Campos obrigatórios em todo projeto: id, titulo, status, assunto, agentes, parei, objetivo, travas, proximas, ordens, historico, conhecimento. A página não quebra mais se faltar algum, mas o campo vazio vira “sem registro” — e isso não ajuda ninguém.
  • Depois de gravar, abra a página no ar e confira se os cards aparecem. Gravar sem erro pela API não garante que a página funciona.
  • Nunca apague histórico. Só acrescente. É a única defesa contra refazer trabalho já feito.
  • Não invente progresso. feito e total só com contagem real (ex.: 7 de 19 seções). Sem número real, deixe null — a rosca fica vazia, que quer dizer “sem medição”, e isso é honesto.
  • Grave a página inteira de uma vez. Leia o conteúdo atual, mude só o que é seu, e regrave. Nunca monte a página do zero por cima: você apagaria o registro dos outros agentes.
  • Travado quer dizer esperando o Daniel — não é o mesmo que parado ou difícil.
  • As metas do dia e do mês são dele. Só escreva ali o que ele falou.
  • Uma vez por semana, acrescente uma linha em evolucao com a data e a contagem de cada situação. É isso que faz o gráfico de crescimento existir.
  • Nada sai desta página. Não crie arquivo de apoio, cópia local nem pasta nova para controlar projeto: o Daniel precisa disto no celular, e o que está fora daqui ele não vê.
Como gravar (duas formas)

Esta página é uma página do WordPress do site. Os dados estão dentro do conteúdo dela, num bloco marcado como ctrl-dados.

Pelo painel do WordPress — serve para o Daniel e funciona no celular: abrir a página Controle Batel no editor, achar o bloco de dados no fim do conteúdo, editar o texto e atualizar.

Pela API — é o caminho do agente: buscar o conteúdo da página, alterar apenas o bloco de dados e regravar no mesmo endereço. A credencial é a mesma de sempre do Publicador, no lugar de sempre; ela não aparece aqui e não deve ser escrita em lugar nenhum.

Armadilha conhecida: o WordPress troca o “e comercial” do JavaScript por um código de entidade e quebra a página inteira. Por isso o script daqui não usa nenhum. Se for mexer no desenho, não use o operador de duas e-comerciais — aninhe os if. E confira a página no ar depois de gravar.