Estudo · AH de alta sustentação × Contorno facial / papada por queixo curto

A papada que não é gordura: quando o problema é o queixo retraído

Nem toda sombra sob o queixo é excesso de gordura. Em parte dos casos, o mento é curto ou pouco projetado — e isso, por si só, cria a aparência de papada. Esta apostila reúne seis ensaios clínicos randomizados sobre ácido hialurônico de alta sustentação em mento e mandíbula, e mostra quando reprojetar resolve o que nenhuma lipólise resolveria.

Dra. Daniele FlorêncioBiomédica · CRBM 8242-PR · Diretora Clínica
Aviso importante — leia antes

Este material é educativo e informativo — não substitui avaliação individual. O preenchimento de mento e mandíbula com ácido hialurônico de alta sustentação é um procedimento injetável, ato de profissional habilitado. Este texto descreve o que os estudos clínicos mostram sobre eficácia, segurança e limites — não é uma indicação para o seu caso específico. Papada tem mais de uma causa possível (gordura, pele, músculo, osso), e diferenciar entre elas exige avaliação individual de perfil.

Existe uma frase que praticamente todo mundo com “papada” já ouviu: “é gordura, precisa derreter”. Às vezes é isso mesmo. Mas existe um grupo de pessoas — magras, sem excesso de gordura relevante no pescoço — que olha no espelho, vê uma sombra sob o queixo e recebe o mesmo diagnóstico errado.

Nesses casos, o problema não é o que sobra embaixo — é o que falta na frente. Um mento pouco projetado (retraído, “curto”) encurta a distância entre o lábio inferior e a região submentoniana, fecha o ângulo cervicomentoniano e joga uma sombra sobre a região do pescoço — mesmo com gordura e pele absolutamente normais. Tentar “tratar” essa sombra com lipólise ou criolipólise não resolve, porque não há excesso de gordura para reduzir; o volumizador de alta sustentação, aplicado em mento e mandíbula, ataca a causa real — a arquitetura óssea/mole por trás do contorno — e é sobre essa lógica, com os números dos estudos, que trata esta apostila.

O que os ensaios clínicos mostram: reprojetar o mento funciona, de forma consistente e replicada

Este é um dos temas de harmonização facial com mais ensaios clínicos randomizados e controlados publicados — o que justifica classificar a evidência como grau A. Foram identificados seis RCTs específicos sobre ácido hialurônico de alta sustentação para correção de retrusão de mento e/ou definição de mandíbula, somando quase 950 participantes tratados ou controlados. Em todos eles, o desenho é o mesmo: metade (ou mais) dos voluntários recebe o preenchedor, o resto fica em grupo controle sem tratamento (ou tratamento adiado), e um avaliador cego mede a resposta numa escala validada de retrusão de mento.

Os números batem entre estudos independentes, feitos por equipes e em populações diferentes: no maior deles, com 200 participantes, a taxa de resposta (melhora de pelo menos 1 grau na escala) foi de 70% no grupo tratado contra 0% no controle aos 6 meses (p<0,0001), mantendo 54,67% de resposta em 12 meses (Liao et al., 2025). Em outro ensaio com preenchedor flexível em população asiática, a resposta chegou a 81% contra 5% do controle aos 6 meses (p<0,001), com 61% ainda respondendo em 12 meses (Xie et al., 2024). O primeiro grande estudo americano do gênero, com VYC-20L, mostrou resposta de 56,3% contra 27,5% do controle (p=0,0019) — números mais modestos, mas ainda assim estatisticamente muito acima do zero de melhora esperado sem tratamento (Beer et al., 2021).

Taxa de resposta (melhora ≥1 grau na escala de retrusão de mento) — tratamento × controle
5 ensaios clínicos randomizados e controlados, aos 6 meses. Barras mostram o grupo tratado; o número entre parênteses é o grupo controle no mesmo estudo, no mesmo prazo.
Defyne · Asiáticos (Xie 2024)
81% (controle 5%)
VYC-25L mento · China (Xie 2025)
78,7% (controle 18,8%)
Hyamax Volumizer (Liao 2025)
70% (controle 0%)
VYC-25L mandíbula (Rivkin 2024)
69% (controle 38%)
VYC-20L mento (Beer 2021)
56,3% (controle 27,5%)
Valores exatos relatados em cada publicação (não são estimativas). Escalas, produtos e populações diferem entre estudos — por isso os números não são diretamente somáveis, mas a direção do efeito se repete em todos.
Por que “alta sustentação” é a escolha física certa — e não é sobre quantidade de produto

O termo “alta sustentação” se refere a uma propriedade física do gel chamada G’ (G-prime), ou módulo elástico: o quanto o material resiste a se deformar sob peso e movimento, em vez de fluir. Uma revisão de referência que caracterizou sete géis de ácido hialurônico comerciais mostrou que produtos com G’ mais alto têm qualidades “mais firmes, menos fluidas”, e que essa propriedade reológica prevê corretamente para qual profundidade e finalidade anatômica cada gel se encaixa melhor — géis de alta elasticidade sendo indicados para posicionamento profundo, junto ao plano ósseo, em áreas que pedem sustentação estrutural, como mento e mandíbula (Sundaram & Cassuto, 2013).

Isso explica por que o mesmo ácido hialurônico não serve igualmente para todas as regiões do rosto: um gel de baixo G’, desenhado para se espalhar e preencher sutilmente rugas finas, não sustenta o peso dos tecidos moles da região do mento contra a gravidade. Um gel de alto G’, colocado junto ao periósteo do mento e do corpo da mandíbula, funciona mais como um “apoio” que devolve projeção ao esqueleto facial — é essa característica física, não a marca ou a quantidade injetada, que determina se o contorno vai se sustentar ao longo do dia (Sundaram & Cassuto, 2013).

Baixa sustentação (G’ baixo)
Gel mais fluido
Espalha-se, acompanha o contorno — pensado para camadas superficiais e finas
Resistência a deformar sob peso do tecido baixa
Capacidade de sustentar projeção óssea baixa
Alta sustentação (G’ alto)
Gel mais firme
Resiste à deformação — pensado para camadas profundas, junto ao osso
Resistência a deformar sob peso do tecido alta
Capacidade de sustentar projeção óssea alta

As barras ilustram a direção qualitativa descrita por Sundaram & Cassuto (2013) para a relação entre G’ e indicação anatômica — não reproduzem valores numéricos exatos de G’ de um produto específico; ordenam, não medem.

A papada que é sombra, não gordura: o que o olho percebe antes de qualquer volume real mudar

Um estudo clássico de percepção facial manipulou fotos de perfil, alterando a posição do mento em incrementos de 2 mm, de -24 mm (retrusão extrema) a +12 mm (protrusão), e pediu para pacientes, cirurgiões e leigos avaliarem a atratividade de cada versão. O achado central: mudanças de até 4 mm na posição do mento são essencialmente imperceptíveis, mas a partir daí a nota de atratividade cai de forma consistente conforme a retrusão aumenta, e a partir de 10 mm de retrusão os próprios avaliadores já desejam correção — nos três grupos avaliados, não só entre especialistas (Naini et al., 2012).

Isso importa porque a “papada” percebida em queixo curto não depende de nenhuma mudança em gordura: é a própria posição óssea do mento que abre ou fecha a sombra sob a linha da mandíbula, criando o chamado sulco pré-jowl — a reentrância entre o mento e a região do ângulo mandibular que, quando profunda, imita visualmente o início de flacidez ou acúmulo de gordura, mesmo em rostos jovens e magros. Reprojetar o mento e a linha mandibular reabre esse ângulo e reduz a sombra — sem remover nenhum grama de tecido adiposo, porque não havia excesso de gordura para remover.

Como suspeitar que a causa é óssea, não gordurosa

Um sinal simples: incline a cabeça levemente para trás, em frente ao espelho. Se a “papada” reduz muito ou desaparece nessa posição, o componente de projeção do mento tende a pesar mais no seu caso. Se ela permanece praticamente igual, gordura ou pele frouxa tendem a ter peso maior. Isso é orientação, não diagnóstico — a proporção real entre as causas só se define em avaliação de perfil.

Mento sozinho pode não bastar: por que a linha mandibular completa o contorno

Boa parte dos estudos de mento isolado mostra melhora real, mas há uma lacuna conceitual: um mento bem projetado, ligado a uma mandíbula sem definição, pode continuar produzindo sombra na transição entre os dois — o que, na prática, mantém parte da aparência de papada. Um ensaio americano controlado testou especificamente o preenchimento da linha mandibular completa (não só o mento) com o mesmo tipo de gel de alta sustentação, em pacientes com perda de definição moderada a grave: aos 6 meses, 69,0% do grupo tratado respondeu na escala de definição de mandíbula, contra 38,0% do controle (p=0,0001), com ganho médio de 45,9 pontos na escala de satisfação FACE-Q (Rivkin et al., 2024).

Um segundo estudo, feito em população chinesa, tratou mento e mandíbula na mesma sessão e mediu o próprio ângulo do perfil (glabela-subnasal-pogônio): o grupo tratado ganhou em média 2,97° de mudança nesse ângulo contra 0,09° do controle (p<0,0001), com 78,7% de resposta na escala de retrusão e 92,6% de melhora estética global avaliada por investigador cego, contra 4,2% no controle (Xie et al., 2025). Isso sustenta a lógica desta apostila: quando a queixa é “contorno facial e papada”, tratar só o ponto mais óbvio (o mento) pode entregar menos do que tratar o mento junto da mandíbula que o sustenta.

EstudoProduto / alvoN (trat./controle)Resposta tratadoResposta controleSeguimento
Beer et al., 2021VYC-20L · mento144 / 4856,3%27,5%6 meses
Xie et al., 2024Defyne · mento (Asiáticos)111 / 3781% (61% em 12m)5%6–12 meses
Guo et al., 2024HA + toxina botulínica · mento25 / 25 (HA sozinho)Combinação não superou HA sozinho na escala de retrusão (p>0,05); só acelerou resposta inicial9 meses
Liao et al., 2025Hyamax Volumizer · mento150 / 5070% (54,67% em 12m)0%6–12 meses
Xie et al., 2025VYC-25L · mento + mandíbula (China)97 / 5178,7%18,8%24 semanas
Rivkin et al., 2024VYC-25L · mandíbula (EUA)157 / 4969,0%38,0%6 meses
Um erro muito comum

Partir direto para lipólise, criolipólise ou enzimas na região submentoniana, sem antes avaliar a projeção do mento.

Quando a causa dominante da “papada” é um mento retraído, reduzir gordura numa área que já não tem excesso não resolve a sombra — e, em pele mais fina, pode até acentuar a impressão de “falta de sustentação” na região, porque retira volume de um ponto que já não sobrava. O resultado comum é insatisfação: a pessoa reduz gordura, o contorno pouco muda, e a sensação de “ainda tem papada” continua.

O certo: antes de escolher entre “reduzir” e “projetar”, uma avaliação de perfil mede a real proporção entre gordura, pele e projeção óssea/mole do mento e da mandíbula — e é essa proporção, não a queixa em si, que define qual abordagem (ou combinação delas) tem chance real de mudar o contorno.

Onde a evidência ainda é mais fraca — o que este material não promete

Honestidade sobre os limites: os seis ensaios citados aqui têm, em geral, financiamento ou patrocínio dos próprios fabricantes dos produtos testados (Allergan/Galderma, entre outros) — o que não invalida os resultados, obtidos por avaliadores cegos e com controle, mas é um viés estrutural a declarar. A maior parte do acompanhamento vai até 12 meses; não há, nesses estudos, dado de duração além de um ano, então “quanto tempo dura de fato” no longo prazo permanece uma extrapolação razoável, não uma medida direta. Boa parte da amostra mais recente é de população chinesa (Liao 2025, Xie 2024, Xie 2025) — os números de resposta são altos e consistentes, mas a generalização para outros grupos étnicos e proporções faciais deve ser feita com essa ressalva.

Sobre combinar toxina botulínica com o preenchimento: o único ensaio que testou essa associação mostrou vantagem apenas nas primeiras semanas (razão superfície-volume melhor no grupo combinado, p<0,05), mas a escala específica de retrusão de mento ficou estatisticamente igual entre os grupos ao longo dos 9 meses de seguimento (p>0,05) — ou seja, a toxina parece acelerar a percepção inicial de resultado, não aumentar o ganho final de projeção (Guo et al., 2024). E o mais importante: nenhum desses estudos testa ácido hialurônico contra gordura localizada real — quando o exame confirma excesso de gordura genuíno na região, o volumizador de mento não substitui o tratamento dessa gordura; ele resolve a parcela da queixa que é esquelética, não a parcela adiposa, quando ela também existir.

A Sacada dos DoutoresProjetar não é a mesma coisa que emagrecer o pescoço

O dado que mais me chama atenção nesses seis estudos não é a taxa de resposta isolada — é a consistência dela entre equipes, países e produtos diferentes, sempre na mesma direção (Beer et al., 2021; Xie et al., 2024; Liao et al., 2025; Xie et al., 2025; Rivkin et al., 2024). Isso é o que dá segurança para afirmar que reprojetar mento e mandíbula com um gel de alta sustentação muda, de fato, o contorno visível — não é promessa de marketing, é resultado medido por avaliador cego contra grupo controle. Mas a honestidade que mais protege quem está decidindo é outra: nem toda papada é isso. A percepção de sombra sob o queixo pode vir de osso, de pele, de músculo ou de gordura — às vezes de mais de uma causa ao mesmo tempo — e o mesmo procedimento que resolve a causa óssea não resolve as outras três. Antes de escolher entre volumizar e reduzir, vale a pena medir qual delas pesa mais no seu rosto.

DF
Dra. Daniele FlorêncioBiomédica · CRBM 8242-PR · responsável pelo conteúdo
O que levar desta apostila
  • Nem toda papada é gordura: mento retraído fecha o ângulo cervicomentoniano e cria sombra visual mesmo sem excesso adiposo.
  • A evidência é grau A: seis ensaios clínicos randomizados e controlados, quase 950 participantes, taxas de resposta entre 56,3% e 81% no grupo tratado contra 0%–38% no controle.
  • “Alta sustentação” é física, não marketing: G’ (módulo elástico) alto é o que permite ao gel resistir ao peso do tecido junto ao osso do mento e da mandíbula (Sundaram & Cassuto, 2013).
  • Mudanças de posição do mento a partir de ~4 mm já mudam a percepção de atratividade, e retrusões acima de 10 mm levam à busca por correção nos três grupos avaliados — leigos, pacientes e clínicos (Naini et al., 2012).
  • Mento sozinho pode não fechar o contorno: tratar mandíbula junto do mento mostrou 69% de resposta e ganho médio de 2,97° no ângulo de perfil (Rivkin et al., 2024; Xie et al., 2025).
  • Combinar toxina botulínica não aumenta o resultado final na escala de retrusão — só acelera a percepção nas primeiras semanas (Guo et al., 2024).
  • O procedimento não trata gordura real: quando há excesso adiposo genuíno associado, ele resolve a parcela óssea da queixa, não substitui o tratamento da gordura.
O próximo passo

Se a sua “papada” reduz nitidamente quando você inclina a cabeça para trás ou projeta o queixo, o componente ósseo/mole provavelmente pesa no seu caso — e vale entender, numa avaliação individual, se o mento sozinho basta ou se a linha mandibular também precisa entrar. Se a sombra permanece igual em qualquer posição, a causa provável é outra (gordura, pele ou músculo), e o caminho de investigação é diferente. Só a avaliação de perfil separa essas hipóteses com segurança.

Referências
  1. Liao Z, Ma J, Bu X, et al. Effectiveness and Safety of a Hyaluronic Acid Filler for Chin Augmentation and Correction of Chin Retrusion: A Multi-center, Prospective, Randomized Controlled Trial. Aesthetic Plast Surg, 2025;49(4):1046-1053 — 70% vs. 0% de resposta aos 6 meses (p<0,0001), n=200.
  2. Beer K, Kaufman-Janette J, Bank D, et al. Safe and Effective Chin Augmentation With the Hyaluronic Acid Injectable Filler, VYC-20L. Dermatol Surg, 2021;47(1):80-85 — 56,3% vs. 27,5% de resposta aos 6 meses (p=0,0019), n=192.
  3. Xie Y, Zhao H, Wu W, et al. Chin Augmentation and Treatment of Chin Retrusion with a Flexible Hyaluronic Acid Filler in Asian Subjects: A Randomized, Controlled, Evaluator-Blinded Study. Aesthetic Plast Surg, 2024;48(5):1030-1036 — 81% vs. 5% aos 6 meses, 61% mantido em 12 meses, n=148.
  4. Guo Y, Wang J, Wei W, et al. Treatment of Chin Retrusion With Botulinum Toxin Plus Hyaluronic Acid Filler in Comparison With Hyaluronic Acid Filler Alone: A Randomized, Evaluator-Blinded, Controlled Study. Aesthet Surg J, 2024;44(5):537-544 — combinação não superou HA isolado na escala de retrusão ao longo de 9 meses (p>0,05), n=50.
  5. Xie Y, Li Q, Zhao H, et al. VYC-25L Is Safe and Effective for Enhancing the Chin and Jawline by Correcting Chin Retrusion in Chinese Adults. Aesthet Surg J, 2025;45(7):699-708 — ganho de 2,97° no ângulo de perfil vs. 0,09° controle (p<0,0001), n=148.
  6. Sundaram H, Cassuto D. Biophysical Characteristics of Hyaluronic Acid Soft-Tissue Fillers and Their Relevance to Aesthetic Applications. Plast Reconstr Surg, 2013;132(4 Suppl 2):5S-21S — módulo elástico (G’) prevê indicação anatômica por profundidade/sustentação.
  7. Naini FB, Donaldson ANA, McDonald F, Cobourne MT. Assessing the influence of chin prominence on perceived attractiveness in the orthognathic patient, clinician and layperson. Int J Oral Maxillofac Surg, 2012;41(7):839-846 — mudanças de posição do mento a partir de ~4 mm já alteram a nota de atratividade; retrusão >10 mm gera desejo de correção.
  8. Rivkin A, Green JB, Bruce S, Cox SE, Hevia O, Chawla S, Sartor M. Safe and Effective Restoration of Jawline Definition With Hyaluronic Acid Injectable Gel VYC-25L: Results From a Randomized Controlled Study. Aesthet Surg J, 2024;44(12):1341-1349 — 69,0% vs. 38,0% de resposta aos 6 meses (p=0,0001), n=206.
Biomédica · CRBM 8242-PR
Conteúdo informativo e educativo — NÃO é prescrição nem diagnóstico. O preenchimento de mento e mandíbula com ácido hialurônico é um procedimento injetável, ato de profissional habilitado. Este material descreve o que os estudos mostram, não uma indicação de uso para o seu caso. Papada tem causas diferentes que exigem avaliação diferente — procure avaliação individual antes de escolher entre volumizar e reduzir.