Apostila 5 · Laser Ablativo × Rolling · Combinações · PILAR

Rolling: a combinação com subcisão tem o número mais forte da literatura — não o laser sozinho

Um estudo retrospectivo com 413 pacientes, estratificado pelos três subtipos de cicatriz atrófica de acne, mostra algo que não é intuitivo: é no rolling — não no box car, não no ice pick — que somar subcisão ao laser CO2 fracionado produz a diferença estatística mais forte de toda a comparação (p<0,001). Esta apostila reúne por que isso acontece e o que a linha inteira de estudos de subcisão, isolada e combinada, já mostrou antes desse resultado.

Dra. Daniele FlorêncioBiomédica · CRBM 8242-PR · Diretora Clínica
Aviso importante — leia antes

O laser ablativo e a subcisão são procedimentos estéticos — atos de profissional habilitado a executá-los, dentro do escopo do seu conselho de classe. Este material é exclusivamente informativo e educativo: reúne o que a literatura mostra sobre combinar essas duas técnicas em cicatriz rolling. Ele NÃO é indicação de uso pessoal, protocolo pronto nem promessa de resultado. Se a combinação faz sentido para o seu caso, a profundidade do tethering, o subtipo predominante e o seu histórico são o que a avaliação individual decide.

Se você leu a apostila 1 desta série, já sabe que o rolling não é um “buraco” como o box car ou o ice pick — é uma banda fibrótica que prende a derme profunda ao subcutâneo, puxando a pele para dentro. O laser trabalha de cima: vaporiza e remodela colágeno na superfície. A banda fica embaixo, fora do alcance de uma coluna de vaporização de cerca de 1 mm. Essa é a lógica. Mas lógica não é prova — e é aqui que esta apostila muda de registro: em vez de raciocinar sobre o mecanismo, ela mostra o número.

O número é este: num estudo retrospectivo com 413 pacientes que comparou, subtipo por subtipo, quem recebeu CO2 fracionado sozinho contra quem recebeu CO2 fracionado somado à subcisão, o rolling foi o subtipo em que essa soma fez a diferença estatística mais forte de todos — muito mais forte que no box car, e numa margem que sequer apareceu no ice pick (Li, 2023). Isto é o oposto do que a maioria das pessoas assume quando pensa “laser resolve cicatriz de acne”: para o rolling, especificamente, a evidência mais forte que existe não é sobre o laser isolado — é sobre o laser somado a uma segunda técnica.

O número que abre este pilar: p<0,001, a diferença mais forte dos três subtipos

Li e colaboradores (2023) revisaram, retrospectivamente, 413 pacientes tratados para cicatriz atrófica de acne, comparando CO2 fracionado isolado contra CO2 fracionado somado à subcisão — e estratificaram o resultado por subtipo, o que poucos estudos fazem. O achado central: no rolling, a diferença entre os dois grupos teve p<0,001; no box car, p=0,041 — significativo, mas com margem bem mais estreita; no ice pick, p=0,062, ou seja, a diferença não alcançou significância estatística. Em outras palavras: dos três subtipos desta comparação, o rolling é justamente aquele em que somar subcisão ao laser faz a diferença mais nítida e mais difícil de atribuir ao acaso.

Isso não é coincidência com o que a apostila 1 descreveu sobre a geometria do rolling. Um p-valor tão mais forte no subtipo cujo defeito estrutural (a banda de tethering) está justamente fora do alcance do laser é exatamente o padrão que a hipótese mecanística prevê: se o laser sozinho já resolvesse o problema, somar subcisão não deveria fazer tanta diferença. O fato de fazer é, ele mesmo, uma evidência indireta a favor da explicação do tethering.

Força estatística da combinação subcisão + CO2, por subtipo
Li, 2023 (N=413) — barras ordenam a força do valor de p entre os três subtipos; não medem tamanho de melhora clínica
Rolling
p<0,001
Box car
p=0,041
Ice pick
p=0,062 (ns)
“ns” = não alcançou significância estatística no ice pick. Estas barras ordenam a força estatística (quanto menor o p, mais forte a evidência de diferença real entre os grupos) — não representam percentual de melhora, que Li, 2023 não reporta separado por subtipo desta forma.
Antes do laser entrar: a subcisão isolada já ajuda — mas tem teto

Para entender por que somar subcisão faz tanta diferença, vale olhar o que a subcisão sozinha — sem nenhum laser — já entrega. Balighi e colaboradores (2008) trataram 22 pacientes só com subcisão (a agulha corta as bandas fibróticas por baixo da pele, sem energia nenhuma) e mediram melhora leve em cerca de 60% dos casos e moderada em 40% — ninguém no grupo teve resultado “nulo”, mas também ninguém teve resolução completa. Um achado interessante desse mesmo estudo: adicionar um implante subdérmico (categute, para tentar sustentar o espaço aberto pela subcisão) não trouxe vantagem estatística sobre a subcisão isolada — reforça que o ganho vem de romper a aderência, não de “preencher” o espaço.

A técnica de subcisão também importa. Nilforoushzadeh e colaboradores (2020) randomizaram 100 pacientes com cicatriz rolling entre subcisão por cânula (instrumento rombo, de ponta romba, que abre caminho em leque sob a pele) e subcisão por agulha (a técnica clássica, mais fina e mais pontiaguda). A cânula produziu melhora boa/muito boa em ~83% dos pacientes, estatisticamente superior à agulha (p<0,05), com bem menos efeitos colaterais relatados. É um dado direto, específico de rolling, sobre uma decisão técnica que muda o resultado antes mesmo de qualquer laser entrar no protocolo.

Nilforoushzadeh, 2020 · N=100 rolling
Subcisão por cânula (18G)
instrumento rombo, avança em leque sob a pele
Melhora boa/muito boa~83%
Efeitos colaterais relatadosPoucos
Técnica comparada, mesmo estudo
Subcisão por agulha (27G)
técnica clássica, ponta fina e pontiaguda
Melhora boa/muito boaInferior (p<0,05)
Efeitos colaterais relatadosMais frequentes

Barras ilustrativas — o estudo reporta a superioridade da cânula com significância estatística (p<0,05), mas não publica o percentual exato do braço de agulha nem uma escala numérica de efeitos colaterais; as larguras aqui traduzem a direção e a magnitude relativa descritas no texto, não valores extraídos ponto a ponto.

A subcisão isolada tem teto: o que uma revisão de 16 ensaios mostra

Ahramiyanpour e colaboradores (2023) revisaram 16 ensaios clínicos sobre subcisão em cicatriz de acne (busca até junho de 2022) e chegaram a uma conclusão que serve de ponte para o resto desta apostila: a subcisão isolada é segura e eficaz, mas combiná-la — com preenchedor, PRP, gel autólogo, sucção frequente, microagulhamento ou radiofrequência — melhora o resultado em relação à subcisão sozinha. Ou seja: mesmo a ferramenta desenhada especificamente para o tethering do rolling, isolada, esbarra num teto. A revisão não é uma meta-análise quantitativa (não gera um número único combinado), mas a direção do achado, olhando os 16 ensaios juntos, é consistente: subcisão isolada ajuda; subcisão combinada ajuda mais.

É esse mesmo raciocínio — “uma técnica sozinha bate no teto” — que espelha, do outro lado, o achado central de Li (2023): se a subcisão isolada tem teto, e o laser isolado não alcança a banda fibrótica, faz sentido que a combinação das duas seja onde a literatura converge com mais força para o rolling especificamente.

Subcisão + laser, testada de frente: dois ensaios comparativos

Dois estudos comparam subcisão somada ao laser ablativo de CO2 fracionado contra CO2 isolado (ou variações de ordem), de forma controlada. Abdel Kareem e colaboradores (2020), num desenho split-face com 20 pacientes (metade da face recebeu CO2 isolado, a outra metade recebeu subcisão via carboxiterapia seguida de CO2), encontraram melhora excelente em 10 pontos percentuais a mais de casos no lado combinado (p=0,003) — um estudo pequeno e não estratificado por subtipo, mas com desenho controlado dentro do mesmo paciente, o que reduz variáveis de confusão como fototipo e cicatrização individual.

Tran e colaboradores (2024), também split-face, com 34 pacientes e 3 sessões mensais, testaram uma pergunta diferente: subcisão e CO2 no mesmo dia (simultâneo) versus subcisão e CO2 em sessões separadas (sequencial). O resultado: eficácia comparável entre as duas ordens — o simultâneo gerou mais inchaço e dor imediatos, mas o tempo total de recuperação (somando as duas técnicas) foi menor. Isto é um dado prático relevante para quem já decidiu combinar as duas técnicas: a ordem/timing não parece ser o fator que determina o resultado — é a combinação em si.

A técnica mais nova: SLASS e o mecanismo declarado explicitamente

A referência mais recente desta linha de evidência é também a que descreve o mecanismo do rolling de forma mais direta. Alegre-Sánchez e colaboradores (2025) descrevem a técnica SLASS (Subdermal Laser-Assisted Scar Subcision — subcisão assistida por laser de diodo subdérmico, 1470 nm) somada a CO2 fracionado, num estudo retrospectivo de sessão única com 42 pacientes: redução média de 92,6 pontos na escala ECCA (desvio padrão 34,3, p<0,05) e melhora de 1,67 pontos na escala SCAR-S (p<0,05). Mas o que mais importa citar aqui é a frase do próprio artigo: “cicatrizes atróficas do tipo rolling prendem a derme profunda à camada muscular-fascial por um componente fibroso” — a mesma definição de tethering que sustenta o pilar A desta série, escrita explicitamente como justificativa para por que a subcisão (a laser, neste caso) precisa vir antes do CO2 remodelar a superfície.

A ressalva de honestidade aqui é direta: SLASS é a técnica mecanisticamente mais elegante desta lista, mas também é a de desenho mais fraco — 42 pacientes, retrospectivo, sessão única, sem grupo-controle. É um resultado promissor, não um resultado validado em escala.

Ranqueando as combinações pelo peso real da evidência

Juntando os cinco estudos desta apostila, dá para ordená-los por peso de evidência — não por quão impressionante é o número isolado, mas por tamanho de amostra, desenho e especificidade para rolling.

1

Subcisão + CO2 (achado geral, por subtipo)

Li, 2023 · N=413 · Força B

O maior N desta lista e o único desenho que estratifica os três subtipos lado a lado. É o dado que dá nome a este pilar: p<0,001 no rolling, a diferença mais forte da série toda.

2

Subcisão por cânula (técnica específica)

Nilforoushzadeh, 2020 · N=100 rolling · Força B

RCT com braços paralelos, desenhado especificamente para rolling — não é combinação com laser, mas define qual técnica de subcisão usar antes de somar qualquer laser: cânula supera agulha, com menos efeitos colaterais.

3

Carboxiterapia (subcisão) + CO2

Kareem, 2020 · N=20 split-face · Força B

Desenho controlado (split-face) com resultado estatisticamente significativo (p=0,003) a favor da combinação — mas amostra pequena e não específico de rolling.

4

SLASS — subcisão a laser + CO2

Alegre-Sánchez, 2025 · N=42 · Força C

A técnica mais nova e a mais explícita sobre o mecanismo do tethering — mas retrospectiva, sem grupo-controle e ainda pouco replicada. Promissora, não validada em escala.

Um erro muito comum

Achar que “somar mais uma técnica” à subcisão é sempre um ganho automático — quando a evidência mostra que isso depende de qual técnica é somada.

Ahramiyanpour (2023) mostrou que combinar subcisão com preenchedor, PRP ou radiofrequência tende a melhorar o resultado frente à subcisão isolada. Mas um estudo split-face verificado nesta pesquisa (Shi e colaboradores, 2024) comparou subcisão com e sem sucção associada — e os avaliadores não enxergaram diferença objetiva entre os dois lados. Ou seja: nem toda “técnica extra” soma resultado; a combinação com o peso de evidência mais forte e mais específico para rolling, hoje, é subcisão + CO2 fracionado (Li, 2023) — não qualquer adição genérica ao protocolo.

O certo: perguntar qual combinação específica tem evidência para o seu caso, não presumir que “quanto mais técnicas, melhor”. A avaliação individual é o que decide se subcisão + laser faz sentido para a sua cicatriz.

A Sacada dos DoutoresOnde está o número mais forte da literatura para rolling — e por que ele não é sobre o laser sozinho

O que eu quero que fique desta apostila é justamente o que ela tem de mais contraintuitivo: quando eu fui atrás do dado mais forte de toda esta série para cicatriz rolling, ele não estava numa comparação de laser contra laser — estava numa comparação de laser sozinho contra laser somado a subcisão (p<0,001, Li 2023). E isso não é um acaso estatístico isolado; é convergente com uma linha inteira de estudos menores: a subcisão isolada já ajuda (Balighi 2008), a técnica de subcisão importa (cânula supera agulha, Nilforoushzadeh 2020), a subcisão isolada tem teto que a combinação supera (Ahramiyanpour 2023), e dois ensaios controlados testaram subcisão + laser de frente com resultado a favor da combinação (Kareem 2020; Tran 2024). Nenhum desses estudos, sozinho, é um RCT grande e definitivo — é um mosaico de estudos pequenos e convergentes, força B e C, não força A. Mas a direção do mosaico é a mesma em todos: para rolling, tratar só com laser, mesmo bem executado, deixa a ferramenta mais alinhada ao defeito estrutural — a subcisão, que rompe a banda fibrótica — de fora do protocolo.

DF
Dra. Daniele FlorêncioBiomédica · CRBM 8242-PR · responsável pelo conteúdo
O que levar desta apostila
  • O dado mais forte desta série para rolling é sobre combinação, não sobre laser isolado: subcisão + CO2 supera CO2 sozinho com p<0,001 (Li, 2023, N=413) — mais forte que box car (p=0,041) e muito mais forte que ice pick (sem diferença, p=0,062).
  • Subcisão isolada já ajuda, mas tem teto: melhora leve em ~60% e moderada em ~40% dos casos, sem laser nenhum (Balighi, 2008).
  • A técnica de subcisão muda o resultado: cânula supera agulha em melhora (~83% boa/muito boa) e em menos efeitos colaterais, especificamente em rolling (Nilforoushzadeh, 2020).
  • Combinar além da subcisão isolada tende a ajudar mais — mas depende de qual técnica: revisão de 16 ensaios confirma o ganho com preenchedor/PRP/RF (Ahramiyanpour, 2023); um estudo específico não achou diferença objetiva ao somar sucção (Shi, 2024).
  • Subcisão + laser já foi testada de frente, com resultado a favor da combinação (Kareem, 2020, p=0,003); a ordem simultâneo × sequencial não parece mudar a eficácia (Tran, 2024).
  • A técnica mais nova (SLASS) descreve o mecanismo explicitamente, mas ainda é evidência força C — promissora, não validada em escala (Alegre-Sánchez, 2025).
  • É um mosaico convergente, não uma prova única e definitiva: nenhum RCT grande, prospectivo, com três braços paralelos (CO2 isolado × subcisão isolada × subcisão+CO2) foi localizado especificamente para rolling.
O próximo passo

Combinar duas técnicas não é uma decisão sem custo: subcisão soma seus próprios riscos (equimose, edema, e o risco maior de efeito adverso já visto em rolling isoladamente) aos do laser. A próxima apostila desta série traz os números de segurança — inclusive o dado desconfortável de que rolling tem risco de efeito adverso significativamente maior que ice pick — para que a decisão de combinar seja tomada com os dois lados da balança. Leve o que aprendeu aqui para a sua avaliação individual, o único lugar onde profundidade do tethering, técnica de subcisão e protocolo se decidem caso a caso.

Referências
  1. Li X, Fan H, Wang Y, Sun C, Yang X, Ma X, Jiao J. Fractional carbon dioxide laser combined with subcision for the treatment of three subtypes of atrophic acne scars: a retrospective analysis. Lasers Med Sci, 2023;38:189 — N=413, estratificado por subtipo: rolling p<0,001, box car p=0,041, ice pick p=0,062 (ns).
  2. Balighi K, Robati RM, Moslehi H, Robati AM. Subcision in acne scar with and without subdermal implant: a clinical trial. J Eur Acad Dermatol Venereol, 2008;22(6):707-11 — N=22, subcisão isolada: melhora leve em ~60%, moderada em ~40%; implante subdérmico sem vantagem estatística adicional.
  3. Nilforoushzadeh MA, Lotfi E, Heidari-Kharaji M, Nickhah N, Alavi S, Mahmoudbeyk M. Comparing cannula-based subcision with the common needle method: A clinical trial. Skin Res Technol, 2020;26(1):39-44 — N=100 pacientes rolling; cânula: melhora boa/muito boa em ~83% (p<0,05), menos efeitos colaterais que a agulha.
  4. Ahramiyanpour N, Rastaghi F, Parvar SY, Sisakht AK, Hosseini SA, Amani M. Subcision in acne scarring: A review of clinical trials. J Cosmet Dermatol, 2023;22(3):744-751 — revisão de 16 ensaios: subcisão isolada é eficaz, mas combiná-la com preenchedor/PRP/sucção/RF melhora o resultado.
  5. Abdel Kareem IM, Fouad MA, Ibrahim MK. Effectiveness of subcision using carboxytherapy plus fractional carbon dioxide laser resurfacing in the treatment of atrophic acne scars: comparative split face study. J Dermatolog Treat, 2020;31(3):296-299 — N=20 split-face: subcisão (carboxiterapia) + CO2 supera CO2 isolado em melhora excelente (p=0,003).
  6. Tran BQ, Tran TNA, Doan EVL, Nguyen TTP, Nguyen HT. Simultaneous versus sequential fractional CO2 laser and subcision combination for management of post-acne atrophic scars: A split-face comparative study. J Cosmet Dermatol, 2024;23(10):3210-3221 — N=34: eficácia comparável entre simultâneo e sequencial; simultâneo com menor downtime total.
  7. Alegre-Sánchez A, Suárez-Valle A, Fernández-Nieto D, et al. Subdermal Laser-Assisted Scar Subcision (SLASS) Combined With Fractional CO2 Laser for Acne Scars: Efficacy Evaluation. J Cosmet Dermatol, 2025;24(5):e70219 — N=42, retrospectivo: redução de 92,6 pontos na escala ECCA (p<0,05); descreve explicitamente o mecanismo de fixação fibrosa do rolling.
  8. Shi VY, et al. Subcision with and without suction for acne scars. Estudo split-face — avaliadores não encontraram diferença objetiva entre subcisão isolada e subcisão com sucção associada.
Biomédica · CRBM 8242-PR
Conteúdo informativo e educativo. O laser ablativo e a subcisão são procedimentos estéticos realizados por profissional habilitado. Os dados aqui apresentados descrevem o que a literatura mostra sobre combinar essas técnicas em cicatriz rolling — não são garantia de resultado individual. A profundidade do tethering, o subtipo predominante, sua pele, fototipo e histórico mudam a conduta indicada; a avaliação individual é o que define o protocolo aplicável ao seu caso.