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30 anos 4,9 2.425 avaliações
Sorriso gengival · Curitiba

Gengiva à mostra no sorriso? A causa muda tudo.

  • 21,1%*com sorriso gengival gostam do próprio sorriso
  • 78,9%*é a satisfação de quem não tem
  • 79%*sentem constrangimento
  • 20%*relatam dificuldade para demonstrar afeto

Lábio curto, gengiva sobrando ou osso —cada causa tem um caminho.

30 anos 4,9 2.425 avaliações
Sorriso gengival · Curitiba

Gengiva à mostra no sorriso? A causa
muda tudo.

O lábio superior pode subir demais por três motivos bem diferentes — músculo, osso ou dente — e cada um pede um caminho próprio. Quando a causa foge da estética, a gente diz antes de aplicar qualquer coisa.

30 anos desde 1996
4,9 2.425 avaliações
3× Top of Mind 21 · 22 · 25
Sintomas & causas

Entenda o que é sorriso gengival

Em uma frase

Sorriso gengival é quando aparece mais de 2 a 3mm de gengiva acima dos dentes no sorriso aberto — e a causa quase nunca é “sorrir demais” por escolha.

Como se manifesta

No sorriso espontâneo — não no de foto posada — uma faixa de gengiva maior que 2 a 3mm aparece acima dos dentes. No sorriso contido ou em repouso, quase não se nota.

Por que aparece

Na maioria das vezes, um músculo elevador do lábio hiperativo puxa mais do que precisa. Menos comum: excesso vertical do osso da maxila, ou dentes clinicamente curtos.

O que piora

Aqui não existe “piora” como em flacidez ou mancha: a base é anatômica e a contração muscular já é fixa. O que muda é reparar mais em foto e no sorriso espontâneo.

Como o Método Batel trata

Calibrar o músculo. Devolver o sorriso.

Classificamos por evidência em sorriso gengival: 5 estrelas são a base do protocolo, Aqui a classificação tem uma particularidade: sorriso gengival não é sobre somar recursos, é sobre acertar a causa primeiro. Os dois recursos do núcleo já são o tratamento inteiro — não existe potencializador 4 estrelas nesta queixa. potencializam.

Toque em Saiba mais para entender cada recurso.
5 ESTRELAS ★★★★★
Toxina Botulínica (elevadores do lábio superior)
O que é

Doses pequenas de toxina botulínica aplicadas em pontos específicos dos músculos elevadores do lábio superior, calculadas músculo a músculo — não é a mesma quantidade para todo mundo.

Por que entra no plano de sorriso gengival

A causa mais comum de sorriso gengival é um desses músculos contraindo mais forte do que precisa. Reduzir parcialmente essa força — nunca travar totalmente — faz o lábio subir menos, e a gengiva que ficava exposta passa a ficar coberta.

Como é na prática
Avaliação do sorriso espontâneo antes de marcar os pontos de aplicação.
Efeito aparece em alguns dias; dura em média 3 a 4 meses, menos que a duração usual em rugas de expressão, porque os músculos elevadores do lábio são finos e absorvem o produto mais rápido — a manutenção é mais frequente do que toxina na testa ou na glabela.
5 ESTRELAS ★★★★★
Preenchimento do Lábio Superior (alongamento)
O que é

Ácido hialurônico aplicado na borda e no corpo do lábio superior, com técnica voltada a ganhar comprimento vertical — não volume por volume.

Por que entra no plano de sorriso gengival

Em lábios curtos, mesmo enfraquecendo o músculo, ainda sobra gengiva exposta, porque o próprio lábio não é comprido o bastante pra cobrir. O preenchimento soma o comprimento que falta, e costuma entrar junto com a toxina nos casos mistos.

Como é na prática
Entra depois de avaliar o efeito da toxina isoladamente, quando o caso é misto.
Doses pequenas e progressivas — o objetivo é comprimento, não volume exagerado.
Dura de 6 a 12 meses, como qualquer preenchimento labial.
Segurança & recuperação

O que esperar depois

Aqui a honestidade tem um limite que não é nosso: a página de origem desta queixa ainda não publica o cronograma completo do pós. O que sabemos com certeza está abaixo — o resto está em aberto até a Dra. revisar.

Nos primeiros dias
O efeito começa a aparecer

O efeito da toxina não é imediato: ele aparece em alguns dias. O evento mais citado nesse período é uma leve assimetria temporária no sorriso — é o efeito colateral mais comum quando ele acontece.

Se o caso for misto
Esperar o músculo relaxar antes do preenchimento

Quando o protocolo combina os dois recursos, o preenchimento não entra junto: ele só é chamado depois de avaliar o efeito da toxina isoladamente, se ainda sobrar gengiva exposta.

Em média, 3 a 4 meses
Manutenção da toxina

A toxina nos elevadores do lábio dura menos do que em outras áreas do rosto: os músculos são finos e absorvem o produto mais rápido. A manutenção é mais frequente do que toxina na testa ou na glabela — e isso é avisado desde a primeira aplicação, pra ninguém ser pego de surpresa.

Manutenção do preenchimento
De 6 a 12 meses, se houver preenchimento

Quando o caso pede preenchimento do lábio superior, ele dura de 6 a 12 meses — como qualquer preenchimento labial, bem mais que a toxina isolada. Nada aqui é definitivo: os dois tratamentos do núcleo pedem reaplicação, cada um no seu próprio ritmo.

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2.425
depoimentos de clientes reais
★★★★★
4,9 de nota

Ninguém na cidade tem tantas avaliações. Cada card abaixo é uma pessoa real que confiou na gente.

P
Patrícia L.
há 1 mês
★★★★★

Atendimento super humano, sem empurrar procedimento. A Dra. Daniele foi honesta sobre o que dava pra esperar — isso me deu confiança pra começar.

C
Camila R.
há 3 semanas
★★★★★

Minhas manchas clarearam muito e ainda aprendi a cuidar da pele em casa. Protocolo sério e acompanhamento de perto.

J
Juliana M.
há 2 meses
★★★★★

Clínica linda, equipe atenciosa e resultado que aparece nas fotos de acompanhamento. Recomendo demais.

F
Fernanda A.
há 5 dias
★★★★★

Vim pelo Instagram meio insegura e saí cliente fiel. Explicam cada etapa, sem enrolação e sem promessa milagrosa.

Sua história pode ser a próxima.
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Perguntas frequentes

As perguntas de quem quer entender a causa primeiro

Resposta direta primeiro, o porquê logo abaixo, e a palavra da Dra. Daniele no fim. Inclusive quando a resposta honesta é “esse caso é do dentista, não da toxina”.

Resposta direta

É a exposição de gengiva além de 2 a 3mm no sorriso aberto — um detalhe de anatomia, não uma questão de “sorrir demais”.

Essa faixa a mais de gengiva é o que os olhos notam primeiro, antes do sorriso em si, e pode vir do músculo, do osso ou do dente.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Não existe sorriso “errado” por escolha de ninguém. O que existe é anatomia — um músculo, um osso ou um dente com sua própria medida.

Resposta direta

Quase nunca: na maioria dos casos, um músculo elevador do lábio contrai mais forte do que precisa, sem nenhuma escolha sua envolvida.

Só uma parte menor dos casos vem do osso da face ou do formato do dente — três origens possíveis, e cada uma muda o tratamento.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Ninguém escolhe sorrir “demais”. É o músculo, o osso ou o dente com a medida que sempre tiveram — eu só descubro qual dos três é o seu.

Resposta direta

A avaliação identifica primeiro a causa — muscular, óssea ou dentária — e só depois define entre toxina, preenchimento, os dois, ou nenhum dos dois.

É essa etapa que evita aplicar toxina num caso que não vai responder bem, por exemplo quando a causa é o osso ou o dente.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Eu preciso fechar o diagnóstico antes de cogitar qualquer aplicação. Músculo, osso ou dente — só depois disso eu falo em tratamento.

Resposta direta

Ela reduz parcialmente a força do músculo que puxa o lábio superior, então ele sobe menos e cobre mais gengiva no sorriso.

A dose é calculada por músculo, não padronizada — o objetivo é enfraquecer o suficiente pra reduzir a exposição, sem travar a expressão.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Não é sobre paralisar o lábio. É sobre tirar só a força que sobra, pra ele voltar a cobrir a gengiva no sorriso.

Resposta direta

Ele soma comprimento à borda do lábio superior — o objetivo não é dar volume, é fazer o lábio alcançar mais gengiva.

Em lábios curtos, mesmo com o músculo mais fraco, ainda sobra gengiva exposta porque o próprio lábio não é comprido o bastante pra cobrir.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Preenchimento aqui não é sobre lábio maior. É sobre lábio comprido o suficiente pra fazer o que precisa.

Resposta direta

Depende da causa: se é só o músculo e o lábio já tem comprimento suficiente, a toxina sozinha resolve.

O preenchimento entra quando, mesmo com o músculo mais fraco, ainda sobra gengiva exposta pelo tamanho do lábio — não é oferecido de largada.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Toxina primeiro, sempre que o caso é misto. Só entro com o preenchimento se, depois do músculo relaxar, ainda sobrar gengiva pra cobrir.

Resposta direta

Não existe uma tabela fixa — o preço depende da causa do seu caso e de o tratamento ser só toxina, só preenchimento, ou os dois.

Manda uma foto sorrindo de verdade pelo WhatsApp: um profissional mede a gengiva exposta, identifica a causa, e a explicação do preço do seu caso vem a partir daí.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Não gosto de dar valor sem entender o seu caso primeiro. Prefiro te mostrar o preço certo do que arriscar um número que nem é o seu.

Resposta direta

Não diretamente — são músculos e causas diferentes, mas os dois podem ser tratados na mesma sessão quando é o seu caso.

O bruxismo envolve o músculo da mastigação; o sorriso gengival envolve os elevadores do lábio superior — cada um com sua própria dose.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Não é raro a avaliação encontrar as duas coisas juntas. Eu aviso o que vejo, mas quem decide tratar o bruxismo também é você.

Resposta direta

Sim, homem também trata — com dose baixa e foco em discrição, sem alterar o volume do lábio.

No público masculino o preenchimento entra bem menos; a prioridade quase sempre é só a toxina, calibrada pro padrão do sorriso dele.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

No público masculino, o que mais pesa é discrição — reduzir a gengiva sem deixar rastro perceptível de procedimento.

Resposta direta

Não, quando a dose e os pontos são calculados certo — esses músculos só atuam na elevação do lábio no sorriso.

Eles não participam da fala nem da mastigação; por isso a técnica reduz a força deles sem interferir nessas funções.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Você continua comendo e falando exatamente igual. O que muda é só o quanto o lábio sobe quando você sorri.

Resposta direta

Sim, se a dose for alta demais — por isso o protocolo usa doses baixas e testa a resposta antes de reforçar.

O efeito colateral mais comum, quando existe, é uma leve assimetria temporária no sorriso nos primeiros dias.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Entre fazer pouco e fazer muito, escolho pouco sempre — reforçar depois é simples; recuar depois de aplicar demais não é.

Resposta direta

Não — funciona bem na causa muscular, mas melhora pouco ou nada quando a causa é óssea ou dentária.

É por isso que a avaliação testa a origem antes de aplicar: usar toxina num caso de causa estrutural gasta o produto e não resolve.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Tem gente que passou anos aplicando toxina sem resultado, e o motivo nunca foi a técnica — foi ninguém ter checado se a causa era o osso.

Resposta direta

Toxina e preenchimento suavizam pouco — esse caso pede avaliação odontológica e, nos mais acentuados, avaliação de cirurgia ortognática.

Quando o excesso vem de excesso vertical de maxila, a causa é estrutural, não muscular, e a estética sozinha não resolve.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Quando a causa é o osso, eu sou direta: não é caso de injetável, é caso de avaliação odontológica — e de ortognática, se for mais acentuado.

Resposta direta

Também é caso de avaliação odontológica — coroa dentária clinicamente curta não se resolve com toxina nem com preenchimento.

É o que a área chama de erupção passiva alterada: a gengiva cobre mais dente do que deveria, o que pede resposta odontológica, não injetável.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Dente curto pede solução de dentista, não de agulha. Nesses casos eu já oriento pro profissional certo, sem enrolar.

Resposta direta

Porque o sorriso de foto posada nem sempre mostra o mesmo excesso de gengiva que aparece no sorriso espontâneo.

A avaliação observa o sorriso parado e o espontâneo, mede quantos milímetros de gengiva aparecem e testa se a causa é muscular ou estrutural antes de decidir qualquer aplicação.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Sorriso de foto posada não me conta a história toda. Preciso ver o seu sorriso de verdade pra saber o que está por trás dele.

Resposta direta

Em poucos dias — a toxina nos elevadores do lábio começa a fazer efeito alguns dias depois da aplicação.

É a mesma lógica de qualquer aplicação de toxina: o músculo leva alguns dias pra responder ao bloqueio parcial da força.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

O prazo de alguns dias eu já aviso na primeira consulta, pra ninguém ficar checando o espelho todo dia sem necessidade.

Resposta direta

Em média 3 a 4 meses — menos tempo do que a duração usual da toxina em rugas de expressão.

Os músculos elevadores do lábio são finos e absorvem o produto mais rápido que os da testa ou da glabela, então a manutenção é mais frequente.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Esse prazo mais curto entra na conversa desde a primeira aplicação. Prefiro isso a deixar você achando, meses depois, que o produto “não pegou”.

Resposta direta

De 6 a 12 meses — a mesma faixa de qualquer preenchimento labial.

É um prazo mais longo que o da toxina porque o produto e o mecanismo de ação são diferentes.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

O preenchimento aqui aguenta mais tempo que a toxina, mas não prometo prazo fechado — cada metabolismo consome o produto num ritmo.

Resposta direta

Não — a toxina dura de 3 a 4 meses e o preenchimento de 6 a 12, então cada um pede manutenção em momento diferente.

É por isso que, num caso misto, a toxina entra primeiro: dá pra ver o que o preenchimento realmente precisa segurar, sem repor os dois sempre juntos.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Toxina e preenchimento não vencem juntos. Vou te avisar qual retorna primeiro, pra manutenção não pegar você de surpresa.

Resposta direta

Sim, como qualquer toxina: o efeito é temporário e a manutenção acompanha o ritmo de absorção do músculo tratado.

Isso significa manutenção mais frequente do que toxina aplicada na testa ou na glabela — a gente já avisa esse ritmo desde a primeira aplicação.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Enquanto o músculo continuar ativo, a manutenção segue fazendo parte do resultado. Não vejo isso como “pra sempre”, vejo como rotina.

Resposta direta

A meta é reduzir a gengiva exposta sem mudar a forma como você sorri — não é criar um sorriso novo.

Quando a dose está certa, o que se nota é a proporção melhor do sorriso, não que você tenha feito algum procedimento.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Meu parâmetro de sucesso é simples: se alguém precisa perguntar “você fez algo diferente?”, a dose está certa.

Resposta direta

É rápido: manda a foto pelo WhatsApp e em cerca de 15 minutos você já sabe a causa provável e o preço do seu caso.

O fluxo tem 3 passos: você manda uma foto sorrindo de verdade, um profissional mede a gengiva exposta pra identificar a causa, e você recebe a explicação do preço — de segunda a sexta, em horário comercial.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Pela foto já dá pra ter uma boa noção da causa e do investimento. Mas o protocolo final sempre fecha na avaliação com a gente.

Resposta direta

Muda — a dose é calculada por músculo, pessoa a pessoa, e o resultado também depende de qual das três causas é a sua.

Duas pessoas com a mesma queixa podem ter causas diferentes — músculo, osso ou dente — e é a causa, não um padrão fixo, que define a dose e o tratamento.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Não uso a mesma receita pra duas bocas. Calculo a dose olhando o músculo que está na sua frente, não uma média de consultório.

Resposta direta

Com o tempo, sim — o efeito de toxina e preenchimento é temporário por natureza, então sem manutenção a gengiva volta a aparecer.

É o mesmo raciocínio de qualquer toxina ou preenchimento: eles não mudam a causa — o músculo, o osso ou o dente — para sempre, só suavizam o efeito dela enquanto o produto está ativo.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Não prometo mudança definitiva num músculo que continua ativo. O resultado se sustenta enquanto você sustenta o tratamento.

Resposta direta

No caso só muscular, a toxina sozinha já reduz a gengiva exposta; no caso misto, falta o comprimento que só o preenchimento resolve.

Sem o preenchimento nos casos mistos, ainda sobra gengiva à mostra mesmo com o músculo bem mais fraco — o lábio simplesmente não é comprido o bastante.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Relaxar o músculo sozinho não resolve quem também tem o lábio curto. Cada caso pede a combinação certa pra ele, não a combinação padrão.

Perguntas frequentes

Tira as dúvidas reais

Resposta direta primeiro. Depois o porquê. E, no fim, a palavra da Dra. Daniele.

Resposta direta

É a exposição de gengiva além de 2 a 3mm no sorriso aberto — um detalhe de anatomia, não uma questão de “sorrir demais”.

Essa faixa a mais de gengiva é o que os olhos notam primeiro, antes do sorriso em si, e pode vir do músculo, do osso ou do dente.

D
Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Não existe sorriso “errado” por escolha de ninguém. O que existe é anatomia — um músculo, um osso ou um dente com sua própria medida.

Resposta direta

Quase nunca: na maioria dos casos, um músculo elevador do lábio contrai mais forte do que precisa, sem nenhuma escolha sua envolvida.

Só uma parte menor dos casos vem do osso da face ou do formato do dente — três origens possíveis, e cada uma muda o tratamento.

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Dra. Daniele Florencio · CRBM 8242

Ninguém escolhe sorrir “demais”. É o músculo, o osso ou o dente com a medida que sempre tiveram — eu só descubro qual dos três é o seu.

Documentação & leitura clínica · Sorriso gengival · Atualizado em agosto de 2026 Atualizado em julho de 2026
Revisão técnica · Dra. Daniele Florencio — CRBM 8242-PR · conteúdo educativo, não substitui avaliação presencial.
Esta página foi atualizada em por Dra. Daniele Florencio.
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Consulte a fonte científica apresentada nesta página e o estudo interno completo da Estética Batel.