O poro dilatado não fecha como uma porta — ele controla, refina e disfarça. Por isso o protocolo trabalha as duas causas ao mesmo tempo: o óleo que estica a abertura por dentro, e o colágeno que sustenta a borda por fora.
O nariz concentra a maior densidade de glândulas sebáceas do rosto, a chamada zona T. Glândula grande produz mais óleo, e o excesso de óleo estica fisicamente a abertura do folículo por dentro. Some a isso a idade: o colágeno que dá firmeza à borda do poro perde densidade com o tempo, e o que era um ponto discreto vira uma abertura que a câmera do celular capta com facilidade.
É por isso que sabonete “adstringente” e produto de prateleira não resolvem: eles não mudam a produção da glândula nem devolvem firmeza à borda do folículo. O que reduz a aparência do poro é trabalhar as duas frentes juntas — controlar a oleosidade por dentro e estimular o colágeno por fora — nunca uma sozinha.
Raramente o poro dilatado responde a um procedimento isolado. Por isso o protocolo nasce da combinação enxuta entre energia e renovação de superfície — sem recorrer a extração agressiva ou a laser ablativo, que na zona T mais oleosa aumentam o risco de marca e de tempo de recuperação sem necessidade.
A força do protocolo está em tratar oleosidade e firmeza da borda ao mesmo tempo, com tecnologias de energia controlada. O laser fracionado estimula fibroblastos a produzir colágeno novo ao redor do folículo — a pele fica mais firme na borda, o que faz o poro parecer menor — e, como efeito somado, tende a regular a atividade da glândula sebácea. O peeling superficial desobstrui o que já está entupido de óleo oxidado e célula morta, deixando a superfície mais lisa sob a luz.
No poro dilatado não usamos laser ablativo nem extração mecânica agressiva. Em pele oleosa e na zona T, esses recursos aumentam o risco de marca e de tempo de recuperação — sem entregar mais resultado do que a combinação controlada. Deixá-los de fora não é limitação: é o que protege a sua pele de uma inflamação que poderia piorar exatamente o que você quer resolver.
Os tratamentos de cabine que compõem o protocolo, na dose de referência. O número de sessões acompanha a oleosidade e a resposta da sua pele — não é maximizado por padrão.
Aquece a derme de forma fracionada, sem abrir a pele, estimulando o colágeno que sustenta a borda do folículo e regulando a produção de óleo local ao longo das sessões.
O laser ablativo, mais agressivo, fica fora justamente pelo risco de marca em pele oleosa.
Distribuídas entre peeling de diamante, radiofrequência microagulhada e microagulhamento, conforme a oleosidade e a firmeza que a sua pele mais pedem.
Quem tem oleosidade maior recebe mais peeling superficial; quem já perdeu mais firmeza recebe mais radiofrequência. A dosagem é sua.
Poro dilatado no nariz não some com sabonete, e prometer isso é desonesto. O que existe é controlar a oleosidade e devolver firmeza à borda do folículo — as duas coisas juntas, com constância. A composição final eu decido com o seu rosto na minha frente — nunca por tabela, nunca por mensagem.
O valor por sessão de cada tecnologia, quando contratada individualmente. É o que sustenta a comparação acima.
Valor por sessão avulsa
Tabela de referência · sujeita a atualização — confirme a vigente na avaliação
| Ultrassom microfocado (rosto + papada) | R$ 1.997 |
| Laser fracionado Dual Mode | R$ 997 |
| Laser Single Mode | R$ 997 |
| Laser Acroma | R$ 697 |
| Laser XD Glow | R$ 697 |
| Laser GoSmooth | R$ 697 |
| Radiofrequência microagulhada | R$ 697 |
| Luz intensa pulsada | R$ 497 |
| Microagulhamento | R$ 477 |
| Radiofrequência de alta potência | R$ 357 |
| Skinbooster ácido hialurônico | R$ 297 |
| Peeling de diamante | R$ 210 |
| Peeling ácido retinóico | R$ 210 |
O que cada um faz no seu poro dilatado — e por que está neste protocolo (ou fora dele).
Entrega calor controlado, de forma fracionada, na derme onde vive o colágeno — sem abrir a pele. Estudos com lasers não-ablativos fracionados documentam redução de até 29% na contagem de poros em dois meses, além de queda mensurável do sebo, com o efeito atribuído à deposição de colágeno novo ao redor do folículo.
É o eixo do protocolo: sessões espaçadas, para dar tempo do colágeno se formar.
No protocolo: 4 sessões, o eixo de estímulo por energia.
Microagulhas levam energia diretamente à derme, poupando a superfície. Estudos retrospectivos com essa tecnologia documentam redução consistente do escore de poro dilatado ao longo de sessões seriadas, com o mesmo mecanismo de remodelação do colágeno perifolicular.
Entra quando a firmeza da borda é a prioridade do caso.
No protocolo: entra entre as oito personalizadas, reforçando o eixo do laser.
Renova a camada mais externa da pele e desobstrui o folículo entupido de oleosidade e célula morta — boa parte do que se vê como “poro grande” é poro entupido. Ensaios controlados mostram que o peeling reduz o sebo de forma mensurável, mas funciona melhor combinado a um estímulo de colágeno do que isolado.
Feito de forma espaçada, mantém a superfície em renovação entre as sessões de laser.
No protocolo: entra entre as oito personalizadas, distribuído ao longo da jornada.
São recursos mais intensos — mas em pele oleosa e na zona T aumentam o risco de marca e o tempo de recuperação, sem entregar mais resultado do que a combinação controlada. Extração feita com pressão excessiva também pode romper a parede do folículo e piorar a inflamação local.
Deixá-los de fora não é limitação — é o que protege a sua pele de uma marca que não sai.
No protocolo: nunca. É o que nos diferencia de quem trata todo poro na base da extração.
O protocolo é para quem tem poro dilatado de verdade — zona T oleosa, textura de “casca de laranja” — e quer refinar a aparência com constância, não apagar o poro para sempre.
Faz sentido para você se
Não é o caminho se você
Nenhum protocolo da Batel é fechado.
O que apresentamos acima é um protocolo de referência: a composição que costuma entregar o melhor resultado no caso típico. Ele serve de ponto de partida para a conversa, não de pacote pronto. Na avaliação, ele é ajustado a você — à oleosidade da sua zona T e à firmeza que a sua pele já perdeu.
No poro dilatado isso importa porque oleosidade e firmeza pedem doses diferentes: quem tem pele muito oleosa recebe mais peeling superficial; quem já perdeu mais colágeno recebe mais radiofrequência. Constância, bem feita, é o que sustenta o resultado — sessão isolada não refina textura nenhuma.
A regra que separa o que é fixo do que é ajustável: o que garante o resultado é tratar oleosidade e firmeza ao mesmo tempo — e a disciplina de não recorrer a extração agressiva ou laser ablativo. Isso é fixo. O que se ajusta é a ênfase e o número de sessões, sempre na avaliação com a especialista, com o seu rosto na frente — nunca por telefone ou mensagem.
Não, e é honesto dizer isso. O tamanho basal do poro tem componente genético, e a produção de óleo da zona T não desliga. O protocolo controla a oleosidade e refina a borda com colágeno novo — o poro fica visivelmente menor, nunca invisível.
Poro bem tratado é poro controlado e refinado — não “fechado para sempre”.
Porque nenhum dos dois muda a produção da glândula sebácea nem devolve colágeno à borda do folículo — que são as duas causas reais do poro dilatado. Eles ajudam na rotina do dia a dia, mas não substituem o estímulo de energia que o protocolo entrega.
Não. Cicatriz de acne tem relevo irregular, com bordas definidas e depressão maior — o mecanismo de tratamento é outro, com subcisão entrando na conta. Poro dilatado é um ponto redondo e raso, ligado a óleo e firmeza.
A avaliação confirma qual é o seu caso antes de qualquer sessão.
Se você tem cravos e espinhas ativas e recorrentes, o poro é só um sintoma — a causa, na maioria das vezes hormonal, precisa de acompanhamento dermatológico em paralelo. Nesse caso somos honestas antes de agendar qualquer sessão.
O que você vê é um exemplo de referência. A composição real sai da avaliação, conforme a oleosidade da sua zona T e a firmeza que a pele já perdeu. O que não muda é a lógica: tratar as duas causas juntas, com constância.
O refinamento é gradual: o colágeno novo se forma nas semanas seguintes a cada sessão, e o controle de oleosidade é percebido ao longo do protocolo. Por isso as sessões são espaçadas, não concentradas.
Pela análise de pele por foto, sem custo: você envia uma foto de perto do seu nariz, sob luz natural, e recebe uma leitura do seu caso em até 24 horas.
A definição do protocolo e do valor acontece na avaliação presencial, onde a textura e a oleosidade são confirmadas e a combinação certa é montada com você.
A escolha de tratar oleosidade e firmeza juntas — e de nunca recorrer a extração agressiva ou laser ablativo no poro dilatado — é decisão clínica dela, no cruzamento entre a literatura e a experiência da clínica.
Envie uma foto de perto do seu nariz, sob luz natural, e a sua maior queixa de pele, por texto ou áudio. Você recebe uma leitura do seu caso em até 24 horas — antes de qualquer decisão, e antes da avaliação, onde o protocolo é montado com você.
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